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domingo, 22 de agosto de 2021

Sugestões de brincadeiras para a educação infantil - parte 2

Gangorra: 

As crianças põem-se de pé de frente um para o outro, com as mãos dadas e os braços estendidos. Enquanto um se abaixa, flexionando os joelhos, o outro estica-se até ficar na ponta dos pés.

Caracol: 

As crianças dão-se as mãos sendo que o educador fica na ponta: o educador começa a enrolar, a entrelaçar por entre as crianças, formando um caracol.

Refazendo o túnel

No pátio o professor coloca as crianças dispostas em quatro fileiras com o mesmo número de crianças. Elas formarão dois túneis, ficando um de frente para o outro, corpos afastados, com os braços estendidos para o alto e de mãos dadas. A um sinal do professor, as duas últimas crianças de cada fileira iniciam a passagem por baixo do túnel, sendo seguidos pelos colegas.

Carrinhos de mão

 A criança deitada com as duas mãos apoiadas no chão, o educador segura a criança pelo tornozelo, ajudando-a a andar como carrinho.

Varrendo a bola

 Objetivos: Desenvolver a coordenação motora ampla; fixar a dominância de um segmento sobre o outro mediante um máximo de vivências motoras; definir estruturação espacial e tomada de consciência do seu corpo em um ambiente. Procedimentos: A turma deverá ser dividida em duas colunas com o mesmo número de participantes. As primeiras crianças de cada coluna deverão ficar com um cabo de vassoura e uma bola cada uma. Dado o sinal, as crianças deverão varrer a bola com o cabo de vassoura, até uma linha de chegada determinada pela turma e voltar. Ao voltar, o próximo colega continua a brincadeira.

Cabo de guerra

objetivos: Desenvolver a percepção da força e do equilíbrio; participar de atividades corporais estabelecendo relações equilibradas, reconhecendo e respeitando as características físicas de si próprios e dos outros. Procedimentos: A turma deverá ser dividida em duas equipes. Cada equipe fica de um lado da linha do centro segurando a metade da corda. Dado o sinal, as equipes deverão tentar puxar a equipe adversária para o seu lado, puxando a corda. Quem conseguir puxar a outra equipe para o seu lado, será a equipe vencedora.

Morto e Vivo

Objetivos: desenvolver a atenção e a agilidade motora; respeitar as regras do jogo, colaborando na participação da equipe. Procedimentos: O professor inicia a brincadeira dizendo Morto (as crianças deverão se agachar). Logo em seguida dirá Vivo (as crianças deverão ficar de pé). Depois o professor poderá repetir a mesma palavra duas ou três vezes, e assim por diante.

Pula saco

 Objetivos: desenvolver o controle e a eficácia das diversas práxias globais e segmentares; desenvolver o domínio do equilíbrio e da postura; adquirir noção de direção e localização. Procedimentos: formar duas colunas com o mesmo número de participantes cada uma. As duas primeiras crianças deverão entrar dentro de um saco. Dado o sinal, as duas crianças deverão sair correndo (pulando) até um lugar determinado e voltar, quando chegarem na fila irão passar o saco para o próximo. Ganha a fila que terminar primeiro.

Corrida de um pé só

 Objetivos: Desenvolver o equilíbrio, a força e a musculatura das pernas e pés durante a corrida; realizar movimentos com diferentes velocidades e contrações musculares de diferentes intensidades. Procedimentos: a equipe deverá estabelecer uma linha de início e uma linha de chegada. Todos os participantes saem pulando com um pé só da linha de início até a linha de chegada. O vencedor será o primeiro a chegar.

 Brincadeiras com as mãos e com os braços

 o professor realizará diversas atividades com as crianças envolvendo as mãos e os braços: balançar livremente os braços e as mãos; bater palmas; imitar a aranha subindo; imitar a borboleta ou o avião voando; juntar a ponta dos dedos; bater palmas de acordo com uma música; bater palmas uma criança de frente para a outra; amassar folhas de jornal.

Espero que aproveitem as ideias!

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sexta-feira, 7 de maio de 2021

Brincadeiras para Educação Infantil (parte 1): ideias simples e divertidas

 

Mural de bexigas 

Material: Barbante, bexigas coloridas, caneta para retroprojetor, fita adesiva, tesoura com ponta arredondada. 
Colocando em prática: Entregue uma bexiga para cada criança. Oriente-as a encherem-nas e auxilie-as a darem um nó no bico. Peça para desenharem, no balão, uma carinha sorrindo e, do lado oposto a esta figura, escreverem o seu nome. Depois, recolha todas as bexigas e amarre-as, lado a lado, em um fio de barbante. Fixe as extremidades do fio nas paredes da sala, em uma altura que possibilite que as crianças alcancem os balões. Então, solicite que procurem pela bexiga que contém o seu nome e ajudem os outros a encontrarem as deles

Corrida do Tênis 

Os participantes deverão retirar os tênis e colocá-los distantes. 
Dada a largada, eles deverão correr e calçá-los o mais rápido possível.
 Em seguida, as crianças serão divididas em duplas e cada criança buscará o calçado do seu par.



Coelho sai da toca

Objetivos: Desenvolver a destreza e a agilidade motora; adquirir hábitos de cooperação nas atividades em equipe, assumindo responsabilidades, auxiliando os membros da equipe e respeitando suas regras.

 Desenvolvimento: As crianças formarão uma toca: duas a duas com as mãos para cima e dentro de cada toca ficará outra criança que será o coelho. Um coelho ficará sem toca. 

O professor dirá: “Coelho sai da toca”, as crianças que forem coelhos deverão trocar imediatamente de toca e o coelho que estava fora tentará entrar na próxima vez. 
Depois troca, a criança que era coelho passa a ser toca e o que era toca passa a ser coelho, e continua a brincadeira. 
Depois de algumas vezes, troca novamente até que todas as crianças tenham sido coelhos.

Como anda o equilibrista? 

Meça e corte um fio de barbante de aproximadamente 2 m e coloque-o esticado no chão. 
Peça que as crianças se organizem em uma fila indiana e oriente-as a andarem sobre o fio sem perder o equilíbrio. 
Nesta atividade, também pode ser pedido que as crianças andem em cima de bancos de madeira

Varinha mágica
As crianças deverão ficar com os olhos fechados. 
O professor deverá encostar uma varinha (varinha mágica) em uma parte do corpo de uma criança, a qual deverá dizer o nome da parte do corpo tocada pela varinha. 
E assim continua a brincadeira repetindo a atividade com as outras crianças.  

Corrida dos sapatos 
divide-se a equipe em duas fileiras, uma criança do lado da outra. 
Todos os participantes tiram os sapatos e depositam a uma distância de 5 m (todos misturados). 
Dado o sinal, todas as crianças saem pulando com o pé esquerdo até encontrar o seu par de sapatos e calçá-los. Assim que terminarem de calçar, voltam rapidamente para o lugar

Brincadeiras com as pernas e com os pés

 Realizar diversas atividades com as crianças envolvendo as pernas e os pés: 
  • Levantar as pernas para o alto e imitar uma bicicleta; 
  • abaixar e levantar as pernas; 
  • separar as pernas e olhar por entre elas; 
  • bater uma perna ou um pé no outro; 
  • esticar as pernas;
  • girar os pés; 
  • bater as mãos nos pés; 
  • saltar obstáculos; 
  • correr contornando obstáculos; 
  • andar na ponta dos pés; 
  • pular com um pé só e outros.

Andando em zigue-zague
 
O professor deverá colocar diversas caixas de papelão afastadas umas das outras. 
As crianças deverão caminhar em ziguezague ora para fora, ora para dentro até o final do percurso com os cones. 
Esta atividade tem como objetivo fixar a dominância de um segmento sobre o outro mediante um máximo de vivências motoras e experimentar ao máximo os movimentos que requeiram o uso diferenciado de um lado e do outro do corpo.

Atividades com pneus 
Os objetivos desta atividade são desenvolver a eficácia das diversas práxias globais e segmentares; desenvolver o domínio do equilíbrio e da postura; desenvolver a orientação espaço temporal, uma boa orientação e lateralidade.

  • rolar o pneu livremente; 
  • caminhar sobre os pneus colocados no chão; 
  • ficar um de frente para o outro e rolar o pneu; 
  • andar em cima dos pneus; correr atrás do pneu rolando; 
  • rolar com as mãos e outros. 

Espantalho
 
Forma-se duas equipes com o mesmo número de integrantes cada uma, sendo que uma criança de cada equipe deverá ser o espantalho. 
O professor prende a mesma quantidade de grampos na roupa de cada espantalho. 
Dado o sinal de início, os primeiros de cada equipe começam a tirar os grampos dos espantalhos, colocando-os dentro de um pote. 
Dado o próximo sinal, os dois participantes entregam os potes para os próximos da fila, que continuam a brincadeira. 
A brincadeira continua até que todos os grampos sejam retirados.
 Depois disso, inicia-se novamente a brincadeira escolhendo outros espantalhos.

Bola ao alvo

 Condutas trabalhadas: Tonicidade (força muscular), organização espacial, coordenação viso-motora.
Material: Uma bola de borracha n.º8 e um bambolê. 
Desenvolvimento: O professor dispõe as crianças em fila e fica de frente para eles, a uma distância não muito grande. No meio do espaço entre professor/turma fica um bambolê no chão. 

O exercício consiste em jogar a bola para a primeira criança da fila batendo-a no chão dentro do bambolê. 
A criança então pega a bola e a joga de volta para o professor, tentando fazer o mesmo movimento (batendo-a dentro do bambolê). 
Assim que todos tiverem ido, o professor pode aumentar a distância entre ele e as crianças, fazendo com que elas tenham de lançar a bola batendo-a no chão um pouco mais forte
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quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Sequência didática pronta: brincadeiras e movimento para Educação Infantil


A intenção principal desta sequência didática é promover a vivência das brincadeiras de pular corda e, por meio delas, abordar conteúdos relacionados ao Ritmo e a Expressão Corporal.

Essa sequência de atividades se justifica também como uma interessante e divertida forma de cultivo e valorização da cultura lúdica tradicional de nosso país.

Também se mostra importante como forma de promover situações de ensino e aprendizagem ricas no sentido da construção de habilidades corporais básicas, no desenvolvimento de dinâmicas de produção em pequenos grupos e ainda como possibilidade de introduzir e desenvolver a ideia de diversificação e transformação de estruturas lúdicas convencionais.

Objetivos
Ao final da sequência de atividades as crianças deverão ser capazes de
  • reconhecer a existência de elementos rítmicos e expressivos nas brincadeiras vivenciadas
  • reconhecer a possibilidade de variações e adaptações nas regras originais de uma brincadeira
  • realizar os movimentos básicos de saltar com um e dois pés, agachar, girar e equilibrar-se e suas relações com o ritmo em que esses movimentos são executados.
  • projetar e construir sequências de movimentos levando em conta os seus limites corporais e os dos colegas.
Conteúdos específicos
  • Brincadeira de pular corda.
  • Brincadeiras realizadas em pequenos grupos, sem finalidade competitiva e sem a divisão em equipes, quando a relação entre os desempenhos individuais compõe e viabiliza a vivência grupal.
  • Habilidades motoras de saltar com um e dois pés, agachar, girar, e equilibrar-se.
  • Capacidades físicas de velocidade e força.
  • Ritmo e expressividade.
Material Necessário
  • Espaço físico plano e desimpedindo (sala de aula, quadra, pátio, rua, ou similar)
  • Cordas individuais (1,5 metro)
  • Cordas coletivas (6 metros)
  • CD Player
Desenvolvimento das atividades

Em todas as aulas, inicie a atividade fazendo uma explicação das regras e da distribuição dos grupos pelo espaço físico, desenhando na lousa o posicionamento de cada um e os limites a serem utilizados durante as brincadeiras.
Esse desenho deve ser um diagrama simples, com as referências do espaço e a representação da posição que cada grupo de crianças vai ocupar durante a atividade.
Em todas as aulas realize uma roda de conversa no final para avaliar junto com as crianças os avanços conquistados e as dificuldades que foram enfrentadas durante a vivência das brincadeiras.
A seqüência didática está organizada em duas aulas com propostas de brincadeiras feitas por você e uma aula em que as crianças serão desafiadas a conceber brincadeiras.

Primeira aula - Pular corda, brincadeiras tradicionais
"Um homem bateu à sua porta..."
"Com que você pretende se casar..."
"Rei, capitão, soldado, ladrão..."
"Salada, saladinha..."
Existe uma enorme diversidade de brincadeiras de pular corda em nosso país. Essas sequências variam de região para região em relação aos gestos que compõem as seqüências e às músicas cantadas durante a realização.
No entanto, o princípio geral é basicamente o mesmo, ou seja, seqüências de movimentos realizados em torno de uma corda em movimento (principalmente saltos e giros), acompanhados de uma música cantada por todos.
Faça um levantamento com os alunos de todas as seqüências de pular corda que eles conhecem e confeccione uma lista com o nome das seqüências e a descrição dos movimentos de cada uma delas. Os alunos devem participar da confecção deste registro.
Ajude-os a se organizar em pequenos grupos de 5 elementos e distribua uma seqüência de pular corda para cada grupo realizar.
Percorra os grupos durante a atividade, observando se o ritmo de movimentação da corda é condizente com a capacidade de saltar dos participantes e oriente as crianças fazendo ajustes quando for necessário.

Segunda aula - Ritmo individual e em grupo
Distribua as cordas individuais e proponha para os alunos os seguintes desafios:
  • Cada aluno deve saltar a corda individualmente, num ritmo lento, e contar qual o número de repetições de saltos que consegue realizar em seqüência, sem errar.
  • Cada aluno deve fazer a mesma contagem, agora com a corda sendo batida num ritmo rápido.
É importante ressaltar que a definição de ritmo lento e rápido é realizada por critérios individuais de cada aluno.
Os resultados obtidos são anotados numa planilha, e podem ser utilizados posteriormente para avaliar a evolução da condição individual.
Em seguida, utilizando os mesmos sub-grupos da aula anterior, proponha que a corda seja batida por dois elementos e saltada pelos três outros componentes. Os dois extremos de ritmo (lento e rápido) devem ser estabelecidos pelo grupo, de forma a favorecer a eficiência da quantidade de saltos a ser conseguida por todos. Os batedores devem fazer um rodízio de função com os demais elementos do grupo, de forma que possam experimentar também o papel de saltadores.
Ao final, convide os alunos a refletir e a relatar suas experiências e ajustes necessários na vivência dos diversos ritmos propostos e comente o quanto existe de diversidade individual na determinação dos mesmos.

Terceira e quarta aulas - Corda musicada

Proponha aos alunos que, nos mesmos sub-grupos das aulas anteriores, inventem uma seqüência de saltos com a corda coletiva em movimento, utilizando uma trilha sonora escolhida por eles.
A escolha do ritmo da música a ser utilizada e a seqüência de saltos propostas serão o desafio de criação e execução de cada um dos grupos.
Como é provável que você tenha apenas um CD player, o tempo da aula deve ser distribuído de forma que todos os grupos tenham a oportunidade de conceber e ensaiar a execução de sua seqüência. Ao final das duas aulas, as apresentações podem ser exibidas para o grupo todo.
Enquanto um dos sub-grupos trabalha com o CD player, os outros podem usar o tempo para criar e ensaiar a sua seqüência, apenas cantando a música escolhida.

Avaliação
  • Volte seu olhar para os aspectos relacionados com a inclusão de todos os jogadores na vivência das atividades e com a experimentação de todas as funções existentes dentro dos jogos propostos.
  • Como essas brincadeiras são atividades de performance individual dentro de uma dinâmica coletiva, faça suas observações quanto ao desempenho e o ajuste rítmico dos jogadores individualmente ou dentro dos sub-grupos, não sendo necessário que a dinâmica do grupo todo seja interrompida para que alguma orientação seja feita.
  • As observações devem ser focadas em torno das variações de ritmo e as relações deste elemento com as capacidades físicas individuais e destas, em contexto coletivo de brincadeira.
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sexta-feira, 8 de maio de 2020

Lenço atrás: brincadeira divertida para trabalhar atenção e movimento

Objetivos: Contribuir para socialização entre as crianças; desenvolver a práxia (coordenação motora) e agilidade enquanto as crianças correm do pegador. 

Procedimentos: as crianças deverão permanecer sentadas em círculo, voltadas para o centro e afastadas umas das outras.

Escolhida por sorteio, uma criança permanecerá fora com um lenço na mão. 

Dado o sinal, o jogador de posse do lenço, anda atrás das crianças enquanto todos cantam a música abaixo. 

Depois da última palavra da música, a criança coloca o lenço atrás de outra, e esta deverá correr para pegá-la. 

E assim, inicia novamente a brincadeira. 

Música: Corre cutia, na casa da tia. Corre cipó, na cada da avó. Lencinho branco caiu no chão, moça bonita do meu coração. Posso jogar? Pode.

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segunda-feira, 27 de abril de 2020

Desafios corporais: atividades para desenvolver movimento e coordenação

 Como incluir na rotina da educação infantil situações em que os pequenos sejam estimulados a desenvolver novos movimentos e a aprender mais sobre o próprio corpo

Na maioria das vezes, as crianças são muito ativas e estão sempre se movimentando.
 Contudo, é importante que os desafios motores sejam feitos de modo sistemático durante, por exemplo, dois períodos de 30 minutos, um de manhã e outro pela tarde.
É certo que qualquer atividade física proporciona benefícios, mas a organização ajuda a criança a perceber a importância desses momentos.
Outro fator importante é a presença do adulto. 
Ainda que simples, certas atividades podem paralisar uma criança que sinta medo ou dificuldade em realiza-las  e o educador ajuda tanto a evitar acidentes quanto a dar mais confiança aos pequenos.
Além disso, o adulto deve ficar atento às etapas do desenvolvimento das crianças: se as propostas forem fáceis demais, não estimulam os pequenos a contento e, se forem muito difíceis, não despertam o interesse em superar limites. 
Portanto, as atividades até podem ser as mesmas para as diferentes faixas etárias da creche, mas pequenas variações em seu planejamento e execução são muito bem-vindas.

Objetivos:
- Inserir atividades físicas regulares na rotina das crianças.
 - Desenvolver habilidades corporais variadas.

Material necessário: 
Bolas, cordas, escorregador, colchonetes e imagens de animais.

Atividade 1

Uma proposta interessante é enfileirar bolas e auxiliar as crianças a passar os pés por cima delas, primeiro o direito, depois do esquerdo e assim por diante. 
Em seguida, as cordas podem servir como outro obstáculo a ser ultrapassado, por cima ou por baixo, de acordo com a regulagem de altura. 
Exercícios como esses exigem concentração, estratégia, preparo e, ao mesmo tempo, são estímulos divertidos.

Atividade 2

No pátio, o escorregador costuma ser usado como um brinquedo para descida. 
Estimular a subida por onde se escorrega também pode ser interessante. 
Para isso, segure na mão esquerda de cada criança e ajude-as, uma a uma, a subir. 
Depois, repita a proposta segurando na mão direita de cada criança. 
Com essa atividade, é possível perceber com qual das mãos os pequenos têm mais habilidade e força e, a partir daí, trabalhar novos estímulos à outra mão. 

Atividade 3

Propostas que envolvem cooperação são ferramentas importantes para o desenvolvimento físico e intelectual das crianças. Ficar em fila, passar uma bola embaixo das pernas e entregá-la nas mãos do próximo colega envolve não apenas estímulos corporais como também noções de respeito e trabalho em equipe.

Atividade 4

Aproveite que as crianças costumam gostar muito de imitar animais e mostre imagens de bichos cujos movimentos elas possam copiar. 
Por exemplo, minhocas e cobras rastejam, sapos e cangurus pulam, cavalos  correm. 
Até o caminhar dos gorilas e chimpanzés pode ser interessante reproduzir: o corpo desses animais acompanha o andar, o que ajuda as crianças a desenvolver noções de lateralidade

Atividade 5

Bolas variadas (de tênis de mesa, tênis de quadra, futebol de salão, handebol, vôlei, basquete, entre outras) são ótimas para organizar uma competição de arremesso, sempre com os dois braços para essa faixa etária.
 O tamanho e o peso de cada bola estimulam os músculos do tronco e dos membros superiores. 
Nesse sentido, confeccionar bolas de meia pode incrementar ainda mais o trabalho.

Avaliação

Faça anotações sobre o desempenho dos pequenos sempre que possível, não para compara-los, mas para aumentar gradativamente a dificuldade das atividades em que eles se saem melhor.
Se alguma criança não conseguir realizar determinada proposta, procure auxilia-la, dentro das possibilidades dela, até que consiga superar seus limites.
Vale ainda orientar os pais a fazer algumas dessas propostas em casa, a fim de também contribuírem para a melhoria do desenvolvimento corporal dos filhos.

Fiquem com Deus e até a próxima!!!! Bjinhus!!!!
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