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sábado, 31 de dezembro de 2022

Ano Novo: recomeços, metas e novas oportunidades para transformar sua vida


Até a próxima!!
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

O que é Destralhar?

Você sabe o que significa Destralhar?

De acordo com o dicionário infopedia da Língua portuguesa, Destralhar é:
1. desfazer-se de tralha (móveis velhos, objetos desnecessários, etc.)
2. desocupar (espaço, móvel, etc.) de tralha

Mas, refletindo sobre o tema podemos dizer que destralhar não é apenas uma ação para ser feita com objetos, pessoas e pensamentos também devem entrar na jogada. 

Uma forma sutil de nos lembrar que sempre que deixamos algo ir, abrimos espaço para que o novo possa chegar.
Ao tirar as tralhas que estão espalhadas pela sua vida, você também começa a prestar mais atenção as tralhas que podem estar ocupando seus pensamentos.

Quando você começar a olhar para as pilhas de coisas que estão indo embora, tudo o que ficar passa a ter mais sentido. E mais do que isso, na hora de comprar algo novo, você vai olhar com outros olhos. Eu preciso mesmo disso? Faz sentido pra minha vida? Eu preciso repor algo que não tem mais concerto?

Mas por onde começar um destralhe? 

Comece por dentro, pensando e entendendo o quanto esse processo pode ser difícil para você. Algumas pessoas dizem que o melhor é fazer tudo de uma vez, outras preferem criar um esquema por cômodos ou por dias da semana. 

A verdade é que não existe uma fórmula única, a melhor forma é aquela que funciona para você. O mais importante é se comprometer, colocar o destralhe em prática e levar essa ideia até o final. 

Beijos e bora destralhar!
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domingo, 13 de novembro de 2022

Plano Municipal de Educação: mapa mental simples para entender na prática

Olá seguidores, hoje estarei apenas compartilhando meus estudos... realizarei um processo seletivo e estou elaborando resumos revisando os conteúdos.
Espero que gostem...

Abaixo imagem de um mapa mental revisando O PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO.
Aqui mesmo no Blog você encontrará mais sobre o tema.




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Projeto Político Pedagógico (PPP): o que é e para que serve na escola


Toda escola tem objetivos que deseja alcançar, metas a cumprir e sonhos a realizar.

O conjunto dessas aspirações, bem como os meios para concretizá-las, é o que dá forma e vida ao chamado projeto político-pedagógico - o famoso PPP. Se você prestar atenção, as próprias palavras que compõem o nome do documento dizem muito sobre ele: 

- É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período.

- É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir. 

- É pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos educativos necessários ao processo de ensino e aprendizagem.

Ao juntar as três dimensões, o PPP ganha a força de um guia - aquele que indica a direção a seguir não apenas para gestores e professores, mas também funcionários, alunos e famílias. 
Ele precisa ser completo o suficiente para não deixar dúvidas sobre essa rota e flexível o bastante para se adaptar às necessidades de aprendizagem dos alunos. 
Por isso, dizem os especialistas, a sua elaboração precisa contemplar os seguintes tópicos: 

- Missão
- Clientela
- Dados sobre a aprendizagem
- Relação com as famílias
- Recursos
- Diretrizes pedagógicas
- Plano de ação

Por ter tantas informações relevantes, o PPP se configura numa ferramenta de planejamento e avaliação que você e todos os membros das equipes gestora e pedagógica devem consultar a cada tomada de decisão. 
Portanto, se o projeto de sua escola está engavetado, desatualizado ou inacabado, é hora de mobilizar esforços para resgatá-lo e repensá-lo (leia as dicas práticas).

 "O PPP se torna um documento vivo e eficiente na medida em que serve de parâmetro para discutir referências, experiências e ações de curto, médio e longo prazos", diz Paulo Roberto Padilha, diretor do Instituto Paulo Freire, em São Paulo.

Revista Nova Escola

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Para refletir a avaliação dos alunos... Severino e a escola

Severino é um menino como os outros.
Vive simplesmente, ama sua família, possui amigos e brinca muito na rua em que mora.
Aos sete anos, sua expectativa nova e feliz: ir a escola!Primeiro dia de aula!

Ao ver sua professora, um sorriso ilumina seu rosto moreno.
Que delicia! Como se sente bem!
Mas... Nem tudo como ele esperava..ha ordem,há imposições...
- Vamos Severino, ande logo!
- Quieto menino!
- Vocês não vêem que estou casada?
- Olha o que esta fazendo!
- Você não para um minuto! 
Eu não agüento mais!
Severino mal se pode conter de inquieto e insatisfeito.
“Que diabo! Como é difícil ficar sentado durante três horas!”
Melhor seu “mundinho”, as brincadeiras com os irmãos, com os amigos, o jogo de bola...
Com o tempo, acostuma-se a ouvir a professora, mas prefere conversar com os colegas, participar das bagunças, não ficar parado. Ao final do bimestre, a avaliação do aluno Severino:“INDISCIPLINADO”

Reflita o seu agir, para que na sua jornada profissional não tenha que avaliar um aluno como indisciplinado, pois muitas vezes você como professor trará ha uma criança cheia de sonhos,
 a desilusão.

REFLITA!!!
BJUS E ATÉ A PRÓXIMA!!
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domingo, 23 de outubro de 2022

Competências gerais da BNCC: mapa mental simples e prático

 Durante meus estudos elaboro pequenas fichas com mapas mentais...


Essa ficha foi elaborada durante o estudo da BNCC 

para lembrar as 10 competências gerais que ela apresenta.


Você encontrará aqui mesmo no blog, mais postagens sobre as Competências Gerais da BNCC, com explicação de cada uma.

Clique na imagem abaixo e confira:


BONS ESTUDOS...ATÉ A PRÓXIMA!!!

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sábado, 22 de outubro de 2022

Mapas mentais nos estudos: benefícios que vão acelerar seu aprendizado

Vocês conhecem quais são os principais benefícios de utilizar os mapas mentais nos estudos?

 Então, vamos listar abaixo alguns desses principais benefícios, confira:

Facilita o aprendizado

Os mapas mentais são bastante populares entre os estudantes. 

Destrinchar temas de qualquer área por meio desta ferramenta é uma maneira de facilitar a absorção do conhecimento.

Como falamos acima, pelo mapa mental é possível ligar pontos centrais com fatos históricos, adicionar descrições, símbolos, cores que liguem um assunto ao outro. 

Essa é uma forma de fazer a ligação entre informações importantes para facilitar o aprendizado.

Ampliar a percepção sobre um tema

Criar um mapa mental também é uma forma eficaz de aumentar as percepções sobre um tema. 

Para conseguir ter uma visão geral de um conteúdo, você pode criar um mapa e ir fazendo ligações e marcações sobre pautas relacionadas. 

Assim, é bem mais simples entender o contexto que envolve o tema abordado.

Poder de concentração e memorização

Criar um mapa mental nos ajuda a desenvolver o nosso poder de concentração e aumenta a nossa capacidade de memorização. 

Enquanto estamos criando o mapa mental e depois quando o visualizamos, precisamos estar absolutamente concentrados. 

O uso de cores, imagens, símbolos, descrições e outros adendos também facilita a nossa capacidade de memorização. 

Não à toa, os estudantes usam bastante os mapas mentais para absorverem todo o conhecimento necessário.

Melhora a forma de apresentação de ideias

Fazer mapas mentais também ajuda a melhorar nas apresentações. 

Assim, você pode ter muito mais sucesso ao apresentar um serviço ou um novo projeto para sua equipe de trabalho ou para um cliente. 

Fica muito mais fácil apresentar uma ideia após utilizar essa ferramenta. 

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terça-feira, 4 de outubro de 2022

Como despertar o gosto pela leitura nas crianças (mesmo quando elas não querem ler)


A coisa mais simples e também a mais importante que os adultos podem fazer para ajudar as crianças na fase da Educação Infantil é criarem o hábito de buscarem o conhecimento do qual elas irão precisar, para serem bem sucedidas na vida pessoal e profissional, e faz isso simplesmente ao ler alto para elas, começando com isto desde cedo.
A habilidade para ler e entender o que está escrito capacita as crianças a serem auto suficientes, a serem melhores estudantes, mais confiantes, levando-as desse modo às melhores oportunidades na vida profissional e a uma vida mais divertida, tranquila e agradável.
Veja a seguir, pequenas coisas que os Pais, Avós, Professores e outros parentes dispostos a ajudar, podem fazer para auxiliar as crianças a aprenderem e a criar gosto pela leitura.

1- Leia em Voz Alta, para seu filho diariamente. Do nascimento até os seis meses, ele provavelmente não vai entender nada do que você está lendo, mas tudo bem assim mesmo.

2- A ideia é que ele fique familiarizado com o som de sua voz e se acostume a ver e a tocar em Livros.

3- Para começar, use Livros Ilustrados sem textos ou com bem poucas palavras. Aponte para as cores e figuras e diga seus nomes. Livros simples podem ensinar a criança coisas que mais tarde vão ajuda-la a aprender a ler.

4- Por exemplo, ela aprenderá sobre a estrutura da linguagem - que existem espaços entre as palavras e que a escrita vai da esquerda para a direita.

5- Conte Histórias. Encoraje sua criança a fazer perguntas e a falar sobre a história que acabou de ouvir. Pergunte-lhe se pode adivinhar o que vai acontecer em seguida conforme for contando a história, com os personagens ou coisas da trama. Aponte para as coisas no livro que ela possa associar com o seu dia a dia. "Veja este desenho de macaco. Você lembra do macaco que vimos no Circo?"
6-Procure por Programas de Leitura. Se você não for um bom leitor, programas voluntários ou governamentais, na sua comunidade ou cidade, voltados para o desenvolvimento da leitura, lhe darão a oportunidade de melhorar sua própria leitura ou então ler para seu filho. Amigos e parentes podem também ler para seu filho, e também pessoas voluntárias que na maioria dos centros comunitários ou outras instituições estão disponíveis e gostam de fazer isso.

7-Compre um Dicionário Infantil. Procure por um que tenha figuras ao lado das palavras. Então comece a desenvolver o hábito de brincando com a criança, provoca-la dizendo frases tais como: "Vamos descobrir o que isto significa?"

8-Faça com que Materiais de Escrever, tais como lápis, giz de cera, lápis coloridos, canetas, etc, estejam sempre disponíveis e a vista de todos.

9-Procure assistir programas Educativos na TV e Vídeo. Programas infantis onde a criança possa se divertir, aprender o alfabeto e os sons de cada letra.

10-Visite com frequência uma Biblioteca. Comece fazendo visitas semanais à biblioteca ou livraria quando seu filho for ainda muito pequeno. Se possível cuide para que ele tenha seu próprio cartão de acesso e empréstimo de livros. Muitas bibliotecas permitem que crianças tenham seus próprios cartões personalizados com seu nome impresso, caso ela queira, exigindo apenas que um adulto seja o responsável e assine por ela.

11-Leia você mesmo. O que você faz serve de exemplo para o seu filho.

LEIA O MÁXIMO QUE PUDER...
Espero que tenham gostado...até a próxima!

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quinta-feira, 29 de setembro de 2022

7 hábitos de professores de sucesso (e 7 erros que você precisa evitar)


Sete hábitos dos bons professores e dos professores fascinantes


1.Bons professores são eloquentes, professores fascinantes conhecem o funcionamento da mente.

2.Bons professores possuem metodologia,professores fascinantes possuem sensibilidade.

3.Bons professores educam a inteligência lógica,professores fascinantes educam com emoção.

4.Bons professores usam a memória como depósito de informações,professores fascinantes usam-na como suporte da arte de pensar.

5.Bons professores são mestres temporários,professores fascinantes são mestres inesquecíveis.

6.Bons professores corrigem comportamentos,professores fascinantes resolvem conflitos em sala de aula.

7.Bons professores educam para uma profissão,professores fascinantes educam para a vida.

Os setes pecados capitais dos educadores

1.Corrigir publicamente.

2.Expressar autoridade com agressividade.

3.Ser excessivamente crítico:obstruir a infância da criança.

4.Punir quando estiver irado e colocar limites sem dar explicações.

5.Ser impaciente e desistir de educar.

6.Não cumprir com a palavra.

7.Destruir as esperanças e os sonhos.

Fonte: Pais brilhantes, professores fascinantes
Autor: Augusto Cury
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sábado, 24 de setembro de 2022

Tipos de desenho: ideias de plano de aula para estimular a criatividade


Desenho de Olhos Fechados

MATERIAL: Lápis preto, canetinha hidrocor ou giz de cera, papel branco.

TÉCNICA: Fazer livremente sobre o papel branco desenhos com o lápis que preferir, sem tirá-lo do papel, porém com os olhos fechados. Colorir com qualquer técnica. Tente descobrir animais e objetos nos riscos feitos.Você também pode colorir cada parte de uma cor diferente, surgindo assim um desenho abstrato.
Uma outra dica muito legal é desenhar cantando ou ouvindo uma música!

Desenho em  Superfície Áspera

MATERIAL: Lápis preto, giz de cera ou lápis de cor, papel branco, lixa grossa ou fina , moedas, folhas naturais, retalhos de filó ou renda e etc

TÉCNICA: Coloque o papel branco em cima de uma das texturas (moeda, folhas, etc), pressione levemente e vá passando o lápis por toda a sua superfície, em uma posição quase horizontal. Assim ficará registrado a textura na superfície do papel.

Desenho Raspado

MATERIAL: Giz de cera (cores contrastantes), canetas esferográficas (sem tinta).

TÉCNICA: Cobrir todo o papel com lápis de cera bem forte (1° camada).Depois cobrir com outra cor bem contrastante usando o giz de cera (2°camada). Em seguida, desenhar livremente raspando o papel com a ponta da caneta esferográfica (sem tinta). O efeito é muito legal!


Giz de  Cera com Aguada

MATERIAL: papel encorpado branco (cartolina ou ofício), giz de cera de várias cores, tinta guache coloridas, pincel.

TÉCNICA: Desenhe no papel livremente com giz de cera. Em seguida com um pincel, passar uma camada de guache diluído em água onde estiver o desenho. A aguada não se fixa dando assim um efeito interessante!

Tente fazer também usando giz branco, papel também branco e a aguada de cor bem escura (preto, marrom, azul, etc).
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Plano Nacional de Educação: entenda as principais diretrizes de forma simples

O PNE, sancionado em 2014, 

estabelece 10 diretrizes para melhorar a educação até o ano de 2024. 

Leia a seguir: 

  1. Erradicação do analfabetismo;
  2. Universalização do atendimento escolar;
  3. Superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da justiça social, da equidade e da não discriminação;
  4. Melhoria da qualidade da educação;
  5. Formação para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade; 
  6. Promoção do princípio da gestão democrática da educação pública;
  7. Promoção humanística, científica, cultural e tecnológica do país; 
  8. Estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto, que assegure atendimento às necessidades de expansão, com padrão de qualidade e equidade;
  9. Valorização dos profissionais da educação;
  10. Promoção dos princípios do respeito aos direitos humanos, à diversidade e à sustentabilidade socioambiental. 

E para atingir todos esses objetivos foram definidas 20 metas.  

   Quer conhecer quais são essas metas? 

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quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Política Nacional de Alfabetização: o que todo professor precisa saber

 A Política Nacional de Alfabetização (PNA), instituída pelo Decreto nº 9.765, de 11 de abril de 2019e conduzida pelo Ministério da Educação por meio da Secretaria de Alfabetização (Sealf). 

Somente com o trabalho colaborativo de famílias, professores, escolas, redes de ensino e poder público será possível elevar a qualidade da alfabetização e combater o analfabetismo em todo o território brasileiro.

Clique na imagem e conheça mais sobr o PNA.

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quinta-feira, 15 de setembro de 2022

PNE na prática: metas para Educação Infantil e Ensino Fundamental que você precisa conhecer


1. Educação Infantil:

O Plano Nacional prevê que até 2016, todas as crianças com idade entre 4 e 5 anos deveriam estar matriculadas na pré-escola. Ele também estabelece que a oferta de vagas em creches seja ampliada para atender no mínimo 50% das crianças menores de 3 anos e 11 meses, até 2024. 

2. Ensino Fundamental: 

Para atingir essa meta, o Plano determina que toda a população brasileira entre 6 e 14 anos de idade deve estar matriculada no Ensino Fundamental, com duração de 9 anos. Além disso, a taxa de conclusão dessa etapa deve ser pelo menos 95%, para garantir que a formação básica seja concluída na idade correta. 

3. Educação Inclusiva:

O Plano prevê que todas as crianças e adolescentes com idade entre 4 e 17 anos com algum tipo de deficiência, transtornos de desenvolvimento, superdotação ou altas habilidades devem ter acesso à educação básica e ao atendimento especializado, preferencialmente por meio da rede regular de ensino e de um sistema efetivo de educação inclusiva. 

4. Alfabetização: 

O Plano determinou a meta de alfabetizar todas as crianças do país até, no máximo, o final do 3º ano do Ensino Fundamental.

5. Educação Integral: 

O Plano Nacional determinou que, até 2024, vai disponibilizar educação em tempo integral em metade das escolas públicas do país, como forma de atender, no mínimo, 25% dos alunos da educação básica. 

Fonte: https://www.somospar.com.br/pne-conheca-o-plano-nacional-de-educacao

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segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs): entenda o que são e como aplicar na escola

 As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) são normas obrigatórias para a Educação Básica que orientam o planejamento curricular das escolas e dos sistemas de ensino. 

Elas são discutidas, concebidas e fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). 

As diretrizes buscam promover a equidade de aprendizagem, garantindo que conteúdos básicos sejam ensinados para todos os alunos, sem deixar de levar em consideração os diversos contextos nos quais eles estão inseridos.

Mesmo depois que o Brasil elaborou a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), as Diretrizes continuam valendo porque os documentos são complementares: as Diretrizes dão a estrutura; a Base o detalhamento de conteúdos e competências.

É possível ler integralmente a última versão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica, de 2013, clicando na imagem a seguir.


O site do MEC possui também uma página com outras leis e pareceres

 que regem Educação Básica do país.

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10 dicas de quando se deve usar a vírgula

Isolar o vocativo.
Maria, seja bem-vinda à nossa casa.

Separar elementos de mesma função sintática.
Compramos blusas, casacos, cachecóis.

Separar orações adverbiais, principalmente quado antepostas à principal. 
Quando saímos, começou a chover.

Isolar elementos repetidos. 
Nada, nada poderá nos separar.

Marcar a supressão de uma palavra ou um grupo de palavras. 
Beto fez curso de violão; Lucas, de saxofone.

Separar, na datação de um escrito o local e, no endereço, o número. 
Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2020. Rua Marquês de Sapucaí, 1.

Separar orações coordenadas assindéticas (não ligadas por conjunções). 
Levantou da janela, avistou o vizinho, acenou.

Separar orações coordenadas unidas pela  conjunção "e", quando o sujeito é diferente.
 O sol já ia fraco, e a tarde era amena.

Isolar o aposto.
 Lúcia e Patrícia, irmãs de Gustavo, serão madrinhas do casamento.

Separar palavras ou expressões explicativas.
O diretor titubeou, isto é, não concordou logo com a decisão do grupo.

Espero que tenham gostado!!! 
Até a próxima!!
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sábado, 20 de agosto de 2022

As 10 competências gerais da BNCC: entenda cada uma de forma simples

As 10 Competências Gerais definem os conhecimentos, habilidades, atitudes e valores que os estudantes brasileiros devem desenvolver ao longo da Educação Básica, da Educação Infantil ao Ensino Médio. As Competências Gerais da BNCC esclarece que tipo de cidadãos a BNCC deseja formar e que sociedade eles deverão ser capazes de construir. 

1. CONHECIMENTO

Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

2. PENSAMENTO CIENTÍFICO, CRÍTICO E CRIATIVO

Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.

3. REPERTÓRIO CULTURAL

Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.

4. COMUNICAÇÃO

Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.

5. CULTURA DIGITAL

Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.

6. TRABALHO E PROJETO DE VIDA

Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.

7. ARGUMENTAÇÃO

Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.

8. AUTOCONHECIMENTO E AUTOCUIDADO

Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.

9. EMPATIA E COOPERAÇÃO

Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.

10. RESPONSABILIDADE E CIDADANIA

Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.

Adaptado de: BRASIL, p.9-10, 2018.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Do 0 ao 9: Ideias de Atividades para Sala de Aula











Espero que tenham gostado!!!
Até a próxima!!
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segunda-feira, 8 de agosto de 2022

BNCC: entenda como foi o processo de elaboração da Base Nacional Comum Curricular

E aí profs...Vocês sabem como aconteceu o processo de elaboração da BNCC?

Vamos Descobrir???



    A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto das aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo da Educação Básica. E, com isso, tem assegurados os direitos de aprendizagem e desenvolvimento conforme preconiza o Plano Nacional de Educação (PNE).

 A BNCC (2018) afirma que:

" [...] este documento normativo aplica-se exclusivamente à educação escolar, tal como a define o § 1º do Artigo 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996), e está orientado pelos princípios éticos, políticos e estéticos que visam à formação humana integral e à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN). "(MEC, BRASIL, 2018)

A elaboração da BNCC não foi feita do dia para a noite! 
Veja como ocorreu todo o processo de construção da Base ao longo dos últimos trinta anos!

1988  Promulgada a Constituição Federal: a criação de uma Base Nacional Comum, com a fixação de conteúdos mínimos para o Ensino Fundamental, é prevista no artigo 210.

1996  A Lei das Diretrizes e Bases (LDB) da Educação Básica é aprovada e reforça a necessidade de uma base nacional comum.

1997 a 2000  Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) foram consolidados em partes: 1º ao 5º ano em 1997; 6º ao 9º ano em 1998; e, em 2000, foram lançados os PCNs para o Ensino Médio.

2010 a 2012  Novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) orientadas para o planejamento curricular das escolas e sistemas de ensino, as resoluções valiam para a Educação Infantil e os Ensinos Fundamental e Médio.

2014  Plano Nacional de Educação (PNE) – A Lei n. 13.005, de 2014, instituiu o PNE com vigência de dez anos. São vinte metas para melhorar a qualidade da Educação Básica, sendo que quatro delas tratam da Base Nacional Comum Curricular.

2015  A Portaria nº 592 de 17 de junho de 2015 institui a Comissão de Especialistas para a Elaboração de Proposta da BNCC. Em outubro, tem início a consulta pública para a construção da primeira versão da BNCC com contribuições da sociedade civil, de organizações e entidades científicas.

2016   Em março, após 12 milhões de contribuições, a primeira versão do documento é finalizada. Em junho, seminários com professores, gestores e especialistas abertos à participação pública são realizados por todo o Brasil para debater a segunda versão da BNCC. Em agosto, começa a ser redigida a terceira versão, em um processo colaborativo com base na versão 2.

2017  Em abril, o MEC entregou a terceira versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) ao Conselho Nacional de Educação (CNE). O CNE elaborou parecer e projeto de resolução sobre a BNCC e homologou as etapas da educação infantil e do Ensino Fundamental.

2018  Foi promulgada a Portaria nº 331, de 5 de abril de 2018 que institui o Programa de Apoio à Implementação da Base Nacional Comum Curricular – ProBNCC e estabelece diretrizes, parâmetros e critérios para sua implementação.

Em 8 de novembro, o Conselho Nacional de Educação (CNE) elaborou o parecer CNE/CEB nº 3/2018 com a aprovação da atualização das novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para o Ensino Médio.

Concluído o processo, a BNCC passou a integrar a política nacional da Educação Básica como referência nacional para a formulação dos currículos dos sistemas e das redes escolares dos estados, 
do Distrito Federal e dos municípios e das propostas pedagógicas das instituições escolares.

Seu conteúdo também vai contribuir para o alinhamento de outras políticas e ações, em âmbito federal, estadual e municipal, referentes à formação de professores, à avaliação, à elaboração de conteúdos educacionais e aos critérios para a oferta de infraestrutura adequada para o pleno desenvolvimento da educação.
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domingo, 31 de julho de 2022

As 20 Metas do Plano Nacional de Educação (PNE): Entenda os Objetivos e Desafios da Educação Brasileira

Olá...vocês sabem quais são essas metas? 

Não!!!

Então continue lendo e confira as 20 metas estabelecidas no PNE 

e o o que cada uma delas propõe: 

Meta 1 – Educação Infantil 

“Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência deste PNE”

(PNE)

Meta 2 – Ensino Fundamental 

“Universalizar o ensino fundamental de 9 (nove) anos para toda a população de 6 (seis) a 14 (quatorze) anos e garantir que pelo menos 95% (noventa e cinco por cento) dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE”

(PNE)

Meta 3 – Ensino Médio 

“Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 (quinze) a 17 (dezessete) anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85% (oitenta e cinco por cento)”

(PNE)

Meta 4 –  Inclusão 

“Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados”

(PNE)

Meta 5 – Alfabetização Infantil 

“Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3o (terceiro) ano do ensino fundamental”

(PNE)

Meta 6 – Educação Integral 

“Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) dos (as) alunos (as) da educação básica” 

(PNE)

Meta 7 – Qualidade da Educação Básica/IDEB 

“Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb”

(PNE)

Meta 8 – Elevação da escolaridade/Diversidade

“Elevar a escolaridade média da população de 18 (dezoito) a 29 (vinte e nove) anos, de modo a alcançar, no mínimo, 12 (doze) anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% (vinte e cinco por cento) mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE”

(PNE) 

Meta 9 – Alfabetização de jovens e adultos 

“Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 (quinze) anos ou mais para 93,5% (noventa e três inteiros e cinco décimos por cento) até 2015 e, até o final da vigência deste PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% (cinquenta por cento) a taxa de analfabetismo funcional”

(PNE)

Meta 10 – EJA Integrada 

“Oferecer, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) das matrículas de educação de jovens e adultos, nos ensinos fundamental e médio, na forma integrada à educação profissional”

(PNE)

Meta 11 – Educação Profissional 

“Triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% (cinquenta por cento) da expansão no segmento público”

(PNE)

Meta 12 – Educação Superior

“Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas matrículas, no segmento público” 

(PNE)

Meta 13 – Qualidade da Educação Superior

“Elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75% (setenta e cinco por cento), sendo, do total, no mínimo, 35% (trinta e cinco por cento) doutores”

(PNE)

Meta 14 – Pós-Graduação 

“Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação de modo a atingir a titulação anual de 60.000 (sessenta mil) mestres e 25.000 (vinte e cinco mil) doutores” 

(PNE)

Meta 15 – Profissionais de Educação 

“Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 61 da Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurado que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam” 

(PNE)

Meta 16 – Formação 

“Formar, em nível de pós-graduação, 50% (cinquenta por cento) dos professores da educação básica, até o último ano de vigência deste PNE, e garantir a todos (as) os (as) profissionais da educação básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino”

(PNE)

Meta 17 – Valorização dos Profissionais do Magistério 

“Valorizar os (as) profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos (as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE”

(PNE)

Meta 18 – Planos de Carreira

“Assegurar, no prazo de 2 (dois) anos, a existência de planos de Carreira para os (as) profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de Carreira dos (as) profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal”

(PNE)

Meta 19 – Gestão Democrática 

“Assegurar condições, no prazo de 2 (dois) anos, para a efetivação da gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto”

(PNE)

Meta 20 – Financiamento da Educação 

“Ampliar o investimento público em educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% (sete por cento) do Produto Interno Bruto – PIB do País no 5o (quinto) ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% (dez por cento) do PIB ao final do decênio”

(PNE)

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quinta-feira, 28 de julho de 2022

LDB na Educação: entenda a Lei de Diretrizes e Bases


 Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB
define e regulariza a organização da educação brasileira com base nos princípios presentes na Constituição. Foi citada pela primeira vez na Constituição de 1934.
A primeira LDB foi criada em 1961, seguida por uma versão em 1971, que vigorou até a promulgação da mais recente em 1996.
Com a promulgação da Constituição de 1988, a LDB anterior (4024/61) foi considerada obsoleta, mas apenas em 1996 o debate sobre a nova lei foi concluído. 

A LDB de hoje em dia (Lei 9394/96) foi sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso e pelo ministro da educação Paulo Renato em 20 de dezembro de 1996. Baseada no princípio do direito universal à educação para todos, a LDB de 1996 trouxe diversas mudanças em relação às leis anteriores, como a inclusão da educação infantil (creches e pré-escolas) como primeira etapa da educação básica.

Principais características


Darcy Ribeiro foi o relator da lei 9394/96

Gestão democrática do ensino público e progressiva autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira das unidades escolares (art. 3 e 15)

Educação básica obrigatório e gratuito (art. 4)

Carga horária mínima de oitocentas horas distribuídas em duzentos dias na educação básica (art. 24)

Prevê um núcleo comum para o currículo do ensino fundamental e médio e uma parte diversificada em função das peculiaridades locais (art. 26)

Formação de docentes para atuar na educação básica em curso de nível superior, sendo aceito para a educação infantil e as quatro primeiras séries do fundamental formação em curso Normal do ensino médio (art. 62)

Formação dos especialistas da educação em curso superior de pedagogia ou pós-graduação (art. 64)

A União deve gastar no mínimo 18% e os estados e municípios no mínimo 25% de seus respectivos orçamentos na manutenção e desenvolvimento do ensino público (art. 69)

Dinheiro público pode financiar escolas comunitárias, confessionais e filantrópicas (art. 77)

Prevê a criação do Plano Nacional de Educação (art. 87)

Histórico
O texto aprovado em 1996 é resultado de um longo embate, que durou cerca de oito anos (1988-1996), a partir da XI ANPED, entre duas propostas distintas. 
A primeira conhecida como Projeto Jorge Hage foi o resultado de uma série de debates abertos com a sociedade, organizados pelo Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública, sendo apresentado na Câmara dos Deputados
A segunda proposta foi elaborada pelos senadores Darcy Ribeiro, Marco Maciel e Maurício Correa em articulação com o poder executivo através do MEC
A principal divergência era em relação ao papel do Estado na educação. Enquanto a proposta dos setores organizados da sociedade civil apresentava uma grande preocupação com mecanismos de controle social do sistema de ensino, a proposta dos senadores previa uma estrutura de poder mais centrada nas mãos do governo
Apesar de conter alguns elementos levantados pelo primeiro grupo, o texto final da LDB se aproxima mais das ideias levantadas pelo segundo grupo, que contou com forte apoio do governo FHC nos últimos anos da tramitação.

Estrutura

A Lei possui 92 artigos, organizados da seguinte maneira:

  • Título I - Da educação
  • Título II - Dos Princípios e Fins da Educação Nacional
  • Título III - Do Direito à Educação e do Dever de Educar
  • Título IV - Da Organização da Educação Nacional
  • Título V - Dos Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino
    • Capítulo I - Da Composição dos Níveis Escolares
    • Capítulo II - Da Educação Básica
      • Seção I - Das Disposições Gerais
      • Seção II - Da Educação Infantil
      • Seção III - Do Ensino Fundamental
      • Seção IV - Do Ensino Médio
      • Seção V - Da Educação de Jovens e Adultos
    • Capítulo III - Da Educação Profissional
    • Capítulo IV - Da Educação Superior
    • Capítulo V - Da Educação Especial
  • Título VI - Dos Profissionais da Educação
  • Título VII - Dos Recursos Financeiros
  • Título VIII - Das Disposições Gerais
  • Título IX - Das Disposições Transitórias

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