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sexta-feira, 13 de outubro de 2023

Estudando o ECA: O Essencial que Você Precisa Saber

Primeiramente, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) é a Lei nº 8.069 , promulgada em 13 julho de 1990 e tem por objetivo proteger integralmente crianças e adolescentes. ( Art 1º)

Nesse sentido, institui direitos e deveres dos responsáveis pelos menores, pela sociedade e pelo Estado.

É o reconhecimento das crianças e dos adolescentes como sujeitos de direitos protegidos pela lei. 
A importância do ECA deriva exatamente disso: reafirmar a proteção de pessoas que vivem em periodos de intenso desenvolvimento psicológico, fisico, moral e social. 
Portanto, veio para colocar a Constituição em prática.

Segundo o ECA, CRIANÇA são aquelas pessoas até 12 anos de idade completos, e ADOLESCENTE aquelas entre 12 e 18 anos de idade. (Art 2º) e gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana. ( Art 3º)

Os direitos fundamentais da criança e adolescente são encontrados do Art. 7º ao Art 69, são eles:
  • Do Direito a Vida e a Saude; ( Art 7º ao Art 14) 
  • Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade; ( Art 15 ao Art 18) 
  • Do Direito à Convivència Familiar e Comunitária; ( Art 19 ao Art 52) 
  • Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer; ( Art 53 ao Art 59) 
  • Do Direito à Profissionalização e à Proteção no Trabalho. ( Art 60 ao Art 69) 
O Art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz: "É dever da familia, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar COM ABSOLUTA PRIORIDADE, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, a liberdade e a convivencia familiar e comunitária."

Nenhuma criança ou adolescente deve ser objeto de negligencia, exploração, violencia, crueldade e opressão  (Art. 5) sendo o responsável punido na forma da lei. Encontramos essas punições aos crimes cometidos contra a criança e o adolescente e também as infrações administrativas cometidas nos Art 228 ao 258 do ECA.

Devem ser levados em conta os fins sociais, visando sempre o melhor interesse da criança e do adolescente. (Art 6º)

Vejam abaixo um mapa mental, resumindo tudo o que foi tratado nesta postagem.


Espero que tenham gostado, fiquem atentos que logo teremos a continuidade dos estudos do ECA.
Até a proxima e bora estudar prof? 


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quinta-feira, 12 de outubro de 2023

Dez Direitos Naturais das Crianças - Rubem Alves


1. Direito ao ócio: 

Toda criança tem o direito de viver momentos de tempo não programado pelos adultos.

2. Direito a sujar-se: 

Toda criança tem o direito de brincar com a terra, a areia, a água, a lama, as pedras.

3. Direito aos sentidos: 

Toda criança tem o direito de sentir os gostos e os perfumes oferecidos pela natureza.

4. Direito ao diálogo: 

Toda criança tem o direito de falar sem ser interrompida, de ser levada a sério nas suas idéias, de ter explicações para suas dúvidas e de escutar uma fala mansa, sem gritos.

5. Direito ao uso das mãos: 

Toda criança tem o direito de pregar pregos, de cortar e raspar madeira, de lixar, colar, modelar o barro, amarrar barbantes e cordas, de acender o fogo.

6. Direito a um bom início: 

Toda criança tem o direito de comer alimentos sãos desde o nascimento, de beber água limpa e respirar ar puro.

7. Direito à rua: 

Toda criança tem o direito de brincar na rua e na praça e de andar livremente pelos caminhos, sem medo de ser atropelada por motoristas que pensam que as vias lhes pertencem.

8. Direito à natureza selvagem:

Toda criança tem o direito de construir uma cabana nos bosques, de ter um arbusto onde se esconder e árvores nas quais subir.

9. Direito ao silêncio: 

Toda criança tem o direito de escutar o rumor do vento, o canto dos pássaros, o murmúrio das águas.

10. Direito à poesia: 

Toda criança tem o direito de ver o sol nascer e se pôr e de ver as estrelas e a lua."

                                                 Espero que tenham gostado!!!  Até a próxima!!

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terça-feira, 3 de outubro de 2023

Portfólios na Educação Infantil: como envolver as crianças na construção

“O portfólio é definido como uma coleção de itens que revela, conforme o tempo passa, os diferentes aspectos do crescimento e do desenvolvimento de cada criança”. P. 43 

Sugestões: 

Ditados das crianças: 

“Os ditados são atividades importantes para o escritor em formação, porque demonstram à criança as conexões tanto entre a experiência e a narrativa como entre a linguagem oral e a escrita. Eles representam um interessante tipo de amostra de trabalho por revelarem a habilidade da criança em usar uma linguagem expressiva. Relatos narrativos de experiências recentes e explicações de desenhos ou de outras produções são úteis para os portfólios, pois demonstram os pensamentos, os sentimentos e as reflexões das crianças”. 

Os ditados deveriam ser coletados repetidamente e etiquetados com informações adicionais, como “Kelton forneceu essa explicação junto com sua escultura” ou “Kelton ofereceu-se para ditar essas histórias sobre seu passeio”. P. 51 

Fotografias: 

“A fotografia é um método poderoso de preservar e de apresentar informações sobre o que e como as crianças estão aprendendo. Os registros fotográficos fazem a criança lembrar o que ela já realizou; além disso, auxiliam você a relatar as atividades realizadas aos pais. 

As fotografias também possibilitam a preservação de evidências de projetos, como atividades em grupo ou trabalhos tridimensionais, os quais não podem ser arquivados em portfólios”. P. 54 

Dicas para fotografar: 

* Tente tirar algumas fotos toda semana, sempre que um evento importante acontecer. 

* Evite pedir às crianças para posarem para as fotografias, pois isso alteraria o curso dos eventos que você está fotografando. 

* Proporcione-se tempo suficiente para compor sua fotografia. Você não precisa se preocupar com a qualidade artística de suas fotos, mas deve certificar-se que elas contam uma história. 

* Focalize os rostos das crianças, de modo que possa identificá-las posteriormente. 

* Pegue um pouco do cenário, para que você possa ver onde o evento ocorreu. Se você está fotografando um projeto de construção, tire fotos de perto, de modo que as mãos das crianças estejam visíveis. Se sua intenção é capturar um momento na vida social da classe, dê um passo atrás para tirar uma verdadeira foto de grupo. 

* Tome notas breves do incidente ou do objeto que você fotografou. Inclua a data, o cenário, os nomes das crianças envolvidas e o significado de cada cena. 

* Revise as anotações que fez sobre os incidentes e sobre os objetos, quando tirou as fotografias. Decida se os comentários são suficientes, ou se deveria escrever comentários adicionais. 

Pergunte-se: 

• O que estava acontecendo quando tirei esta fotografia? 

• O que acabara de acontecer? E logo após? 

• Quem estava presente? 

• Fui eu quem planejou esta atividade, foi uma criança, ou foi espontânea? 

• Que tipo de aprendizado estava acontecendo aqui – cognitivo, socioemocional ou desenvolvimento físico? 

• Este momento foi um marco importante para alguma criança? 

* A maioria das crianças gosta de olhar fotos de si mesmas. Elas examinam cada fotografia cuidadosamente para se encontrarem, elas gostam de falar daquilo que estava acontecendo quando as fotografias foram tiradas. Você pode aproveitar esse divertimento típico com as fotografias como um primeiro passo para envolvê-las na montagem de seus próprios portfólios. Mencione que precisa de ajuda para lembrar o que estava acontecendo nas fotografias e coloque-as sobre uma mesa para as crianças examinarem durante o tempo livre. 

* Em situações de pequenos grupos ou de duplas, você pode falar com as crianças sobre o que elas lembram das fotografias, seus próprios pensamentos sobre o significado delas e a possibilidade de inseri-las em seus portfólios. 

Entrevistas: 

“As entrevistas são boas oportunidades para você discutir informações e ideias com as crianças em uma situação natural, ao mesmo tempo em que avalia seu domínio de conceitos e de ideias importantes”. P 62 

“Suas anotações da entrevista preservam informações importantes sobre o que a criança pensa e sobre o que gostaria de saber. As anotações escritas de entrevistas possibilitam que você siga as necessidades individuais de cada criança, garantindo que aja sobre essas necessidades quando puder”. P. 63 

Dicas: 

• Deixe claro para a criança que você está interessado naquilo que ela tem a dizer. Sente ao seu nível e olhe em seus olhos. Balance a cabeça. Faça comentários como “que interessante” ou “fico impressionado que você saiba isso”. 

• Faça uma lista de questões para usar como guia durante a entrevista. 

• Repita uma pergunta com outras palavras se a criança não entendê-la, para certificar-se de que ela realmente não sabe a resposta. 

• Use uma combinação de perguntas com respostas diretas ou objetivas. Se uma criança hesita em uma questão objetiva, tente outra pergunta direta. Não deixe a criança sentir que ela é inadequada para a situação de entrevista. 

• Se uma criança desconcentra-se do assunto, gentilmente conduza-a de volta, uma vez que fique claro que ela não está indo para uma afirmação relevante. Não interrompa ou repreenda a criança por mudar de assunto. Exemplo: “Estou muito interessado em como você teve a ideia para a história dos dragões voadores. Você pode falar mais sobre ela”? 

• Tome notas precisas e legíveis de suas questões e das respostas das crianças. 

• É importante não entender a criança incorretamente. Sempre peça que ela esclareça informações que não estão claras. 

Fonte: Manual de Portfólio: um guia passo a passo para o professor. Elizabeth Shores & Cathy Grace. Editora Artmed. 2001. Porto Alegre. Tradução: Ronaldo Cataldo Costa.

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sexta-feira, 22 de setembro de 2023

Parlenda: plano de aula lúdico para trabalhar linguagem e ritmo

 
CAMPOS DE EXPERIENCIAS ARTICULADOS 
( ) O eu, o outro e o nós 
( ) Corpo, gestos e movimentos 
( X ) Traços, sons, cores e formas 
( X ) Escuta, fala, escrita, pensamento e imaginação 
( ) Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações 
( ) Mundo social e natural - investigação, relação, transformação e preservação 

SABERES E CONHECIMENTOS 
• Exploração da sonoridade das palavras e recitação de parlendas, adivinhas, canções, poemas e trava-línguas 
• Ampliação do repertório de gêneros discursivos escritos por meio da leitura, tramas e formas de organização: contos, histórias, poemas, parlendas, trava-línguas, quadrinhas, adivinhas, fábulas, história em quadrinhos, tirinhas e textos de memória. 
• Valorização e apreciação de suas próprias produções artísticas, bem como das produções de outras crianças, desenvolvendo o respeito e o cuidado com os materiais e o espaço 

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO 
• (CG.EI03EF07.s) Levantar hipóteses sobre gêneros textuais veiculados em portadores conhecidos, recorrendo a estratégias de observação gráfica e/ou de leitura 
• (CG.EI03EF03b.d) Participar de situações de leitura e escrita coletiva de: listas, bilhetes, recados, convites, cantigas, textos e receitas, tendo ou não o professor como modelo de leitor e escriba. 
• (CG.EI03TS02.s) Expressar-se livremente, por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais

Atividade coletiva


Atividade individual

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quinta-feira, 21 de setembro de 2023

Pintura soprada: plano de aula criativo para trabalhar arte e coordenação

PROPOSTA – PINTURA COM CANUDO
CAMPOS DE EXPERIENCIAS ARTICULADOS
( X ) O eu, o outro e o nós
(     ) Corpo, gestos e movimentos 
( X ) Traços, sons, cores e formas
(     ) Escuta, fala, escrita, pensamento e imaginação 
(     ) Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações 
(     ) Mundo social e natural - investigação, relação, transformação e preservação 

SABERES E CONHECIMENTOS 
• Desenvolvimento do respeito pelas produções artísticas pessoal e coletiva, além do cuidado com os materiais e o ambiente.
• Ampliação da capacidade de observação, da criatividade e do senso crítico, refinando o repertório cultural com vivências em diferentes manifestações artísticas e sociais 

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO
• (CG.EI03EO05.s) Demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros (crianças e adultos) com os quais convive. 
• (CG.EI03TS02.s) Expressar-se livremente, por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais. 

ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS RODA DE CONVERSA: 
Em roda de conversa explicar as crianças que faremos uma pintura diferente e apresentar os materiais que utilizaremos. 
Explicar que enquanto eles brincam nos cantinhos irá chamar aos poucos para realizar a pintura.
Entregar aos alunos a folha de registro.
Nela, serão pingadas diversas cores de tinta. Com o canudo, os alunos irão soprar até que toda a tinta se espalhe sobre a folha.
Ao término, colaremos olhos grandes na pintura formando um monstrinho 
Deixar as atividades expostas na sala e convidar as crianças a observarem suas pinturas e expressarem o que acham delas. 
Em seguida organizar a sala. 

RECURSOS DIDÁTICOS: papel sulfite, canudos, tinta guache cores diversas, olhos impressos, cola 

PAUTA DO OLHAR: Experimentação de marcas gráficas – Verificar como elas demonstram familiaridade com o material apresentado e habilidade para manuseá-lo enquanto fazem suas produções.

Realizei esta atividade com minha turma de GRUPO 5, olhem como ficaram lindos os monstrinhos.

                             

 













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quarta-feira, 9 de agosto de 2023

Haver ou a ver: nunca mais erre essa dúvida de português


Espero que aproveitem as dicas!!! 
 Até a próxima!!
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domingo, 6 de agosto de 2023

Plano de aula: brincar é explorar na Educação Infantil (com atividades práticas)

Objetivos

- Organizar um ambiente interno com diversas opções de jogos de exercício.

- Favorecer o movimento da criança e a exploração de materiais.

Material necessário:

Jogos de exercício variados, brinquedos de encaixar, instrumentos musicais, rolos ou blocos de espuma, bolas, material reciclável etc.

Desenvolvimento

1ª etapa:

 Ao conceber um espaço para receber jogos de exercício, dedique algum tempo para analisar a quantidade e a qualidade dos brinquedos disponíveis. Sobre a quantidade, é importante verificar se há material suficiente para todos. 

Nessa faixa etária, deve haver um bom número do mesmo tipo para que os pequenos possam explorar sozinhos ou compartilhar com os colegas - nesse último caso, em atividades que não exijam tempo de espera, adaptadas ao comportamento dessa faixa etária. 

Sobre a qualidade, os objetos devem ser feitos de materiais seguros, com tamanhos maiores que o da boca dos bebês aberta e com diferentes cores e texturas.

2ª etapa:

     Organize os brinquedos em cantos diferenciados, de acordo com a habilidade que cada um deles possibilita desenvolver. Por exemplo, colchões, almofadas e rolos num lado da sala, opções de jogos para encaixar e empilhar em outro e instrumentos em uma prateleira ao alcance da turma. 

Com o tempo, as crianças podem ajudar na reformulação dos ambientes. Para entender a mensagem delas, atenção ao modo como se comportam os pequenos.

Se reparar que há um canto aonde ninguém vai - ou que deixou de ser popular depois de algumas semanas de diversão -, vale a pena reorganizar os materiais e acrescentar novos elementos.

3ª etapa:

     Quando começar o momento da brincadeira, investigue de que forma os materiais disponíveis são usados. Com base nas descobertas, devem surgir outras possibilidades de exploração. 

Aqueles que começam a reagir aos brinquedos com sons, por exemplo, vão adorar experimentar diferentes instrumentos. 

Já os que conseguem empilhar peças podem brincar com cubos de diversos tamanhos e, assim, testar cada vez mais os limites de equilíbrio de uma torre.

4ª etapa:

     Atenção à questão do tempo: os pequenos costumam demorar mais para se envolver com um brinquedo. Eles chegam perto, mexem um pouco, largam e voltam. A noção de permanência vem com a experiência. 

Por isso, é importante não mudar os jogos com muita frequência. Ao longo do ano, as crianças irão buscá-los diversas vezes e, aos poucos, tentarão realizar novas experiências com cada um deles. Nesse aspecto, a parceria do professor é muito importante. 

Mas não se deve impor regras ou rotular ações como certas ou erradas. 

Ao contrário: a mediação precisa estimular a curiosidade e a criatividade. Coloque questões como "Você gostou de batucar esse tambor?", "Por que encaixou esta peça aqui?" e "Quer pegar o aviãozinho?". Esse tipo de estímulo serve até mesmo para quem ainda não desenvolveu plenamente a fala.

Avaliação:

     Observe os movimentos exploratórios da turma para encaminhar a atividade. Esse diagnóstico pode servir de base para a reorganização do ambiente - verifique, principalmente, se o conjunto de atividades favorece a mobilidade e a exploração - e para propor desafios individuais. 

É possível, por exemplo, estimular a experimentação perguntando: "O objeto com que você está brincando produz sons ao ser chacoalhado? Encaixa em outro maior? Abre uma portinha?" 

Faça anotações sobre o comportamento dos pequenos e, se possível, filme ou fotografe as interações com os jogos e com os amigos.

Consultora em Educação Infantil da Caleidoscópio Brincadeira e Arte Adriana Klisys pedagoga e diretora da Creche Carochinha da USP de Riberão Preto, SP Regina Célia da Silva Marques Teles pedagoga do Laboratório de Brinquedos e Materiais Pedagógicos da USP Roselene Crepaldi.

Fonte: Revista Nova Escola.

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sábado, 5 de agosto de 2023

Interpretando as 10 Competências Gerais da BNCC

Vamos estudar O QUE e PARA QUE serve cada uma das competências?
1. CONHECIMENTO

O que: Valorizar e utilizar os conhecimentos sobre o mundo fisico, social, cultural e digital

Para: Entender e explicar a realidade, continuar aprendendo a colaborar com a sociedade

2. PENSAMENTO CIENTÍFICO, CRÍTICO E CRIATIVO

O que: Exercitar a curiosidade intelectual e utilizar as ciências com criticidade e criatividade 

Para: Investigar causas, elaborar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções

3. REPERTÓRIO CULTURAL

O que: Valorizar as diversas manifestações artísticas e culturais

Para: Fruir e participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural

4. COMUNICAÇÃO

O que: Utilizar diferentes linguagens 

Para: Expressar-se e compartilhar informações, experiências, ideias, sentimentos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo

5. CULTURA DIGITAL

O que: Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de forma critica, significativa e ética 

Para: Comunicar-se, acessar e produzir informações e conhecimentos e exercer protagonismo e autonomia

6. TRABALHO E PROJETO DE VIDA

O que: Entender o mundo e apropriar-se de conhecimentos e experiências

Para: Entender o mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas à cidadania e ao seu projeto de vida com liberdade, autonomia e responsabilidade

7. ARGUMENTAÇÃO

O que: Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis

Para: Formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns, com base em direitos humanos, consciência socioambiental, consumo responsável e ética

8. AUTOCONHECIMENTO E AUTOCUIDADO

O que: Conhecer-se compreender-se na diversidade humana e apreciar-se

Para: Cuidar de sua saúde fisica e emocional, reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocritica e capacidade para lidar com elas

9. EMPATIA E COOPERAÇÃO

O que: Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação

Para: Fazer-se respeitar e promover o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade, sem preconceitos de qualquer natureza

10. RESPONSABILIDADE E AUTONOMIA

O que: Valorizar e apropriar-se de conhecimentos e

Para: Entender o mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas à cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, criticidade e responsabilidade experiências

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A, à, ah ou há: guia prático para não errar mais na escrita

 


Espero que aproveitem as dicas!!! 
Até a próxima!!
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quinta-feira, 3 de agosto de 2023

Exploração de tintas e texturas: sequência didática criativa para Educação Infantil

 Sequência Didática: Tintas e texturas.

Faixa etária: 0 a 3 anos.

Introdução:
 
Nos primeiros anos de vida, as crianças estão imersas no universo das imagens. Começam a ter experiências estéticas quando percebem que podem agir sobre papéis ou telas provocando mudanças e produzindo algo para ser visto. 
Oferecer diferentes materiais aos pequenos é uma maneira de ampliar a capacidade de expressão deles e o conhecimento que têm do mundo.

Conteúdos:
- Exploração e manipulação de materiais, como papéis de diferentes texturas, de meios como tintas, água, etc.
- Exploração e reconhecimento de diferentes movimentos gestuais desenvolvendo todos os segmentos de coordenação.
- Cuidado com materiais e com os trabalhos e objetos produzidos individualmente e em grupo.

Tempo
 estimado: 30 minutos, uma ou duas vezes por semana.


Material necessário: Tinta guache, anilina comestível em pasta, cola, areia, fubá, sagu, maisena, papéis diversos como: cartolina, cartão, color set, camurça, craft, papelão, sulfite, lixa, pincéis de vários tamanhos, rolinho e esponja.

Desenvolvimento das atividades: 


Atividade 1: Trabalho com tinta guache
Prepare a tinta guache para ser usada pelas crianças (pois se esta ficar muito diluída escorre e o trabalho pode se perder), batendo no liquidificador 5 colheres de sopa da tinta escolhida com pouca água, guardando a mistura em garrafas plásticas. Pode-se oferecê-la em vasilhas de plástico grandes e baixas onde as várias cores fiquem à disposição ao mesmo tempo.
Prepare o espaço que pode ser o chão ou mesas forrando-os com plástico. Espalhe os papéis camurça, color set, craft, lixa, cartolina, etc. e diversos tipos de pincéis. Incentive a experimentação das texturas e cores fazendo com que a criança imprima sua marca nos papéis com os rolinhos, pincéis, esponja ou as mãos. Dê liberdade de movimentos aos pequenos. Uma variação possível desta atividade é a pintura da sola dos pés, para as crianças que já andam.

Outras variações com tinta guache:
- Guache com cola: para ser usada em papel cartão, embalagens, além dos papéis usuais.
- Guache com areia, fubá, sagu: para criar relevo e deve ser usado sobre papelão grosso ou papel grosso que suporte peso.

Atividade 2: Trabalho com anilina
Esta deve ser usada sempre diluída e como as crianças são pequenas use a comestível em pasta que não é tóxica.

Variações:
-anilina com água: dá um efeito opaco e deve ser usado em papéis porosos como: cartolina, camurça, sulfite,... Usar 1 colher rasa de café em 100ml de água.
-anilina com cola: quando seca deixa a tinta brilhante por causa da cola. Indicada para todo tipo de papel. Usar 1 colher rasa de café em 150 ml de cola.

Espalhe as tintas e os suportes nas mesas e peça para as crianças pintarem, explorando os efeitos da tinta sobre o papel, enquanto ouvem a música preferida da turma.

Atividade 3: Trabalho com tinta de maisena (finger)
Esta tinta deve ser usada sobre superfícies grossas como papelão ou papel cartão devido ao peso. Quando seca começa a quebrar e o trabalho fica cheio de rachaduras. Pode ser guardado em geladeira durante 3 semanas e para o trabalho ser arquivado deve-se utilizar pequenas quantidades de tinta pelo papel.

Variações:
-para um finger mais consistente, utilize 300g de maisena diluída em 2 litros de água. Levar ao fogo mexendo sempre até formar um mingau. Pode ser colorido com gelatina
-num finger mais mole, a quantidade de maisena cai par 200g/2 litros
Importante: esse tipo de tinta deve levar um conservante que pode ser sal (1 colher de sopa cheia para cada medida) ou vinagre (2 colheres de sopa rasas).

Atividade 4: Trabalho com tinta de sagu.
Prepare o sagu no sabor uva ou morango e coloque sal como conservante (1 colher de sopa cheia para cada medida). Prepare o local, colando na parede papéis craft, para que as crianças trabalhem de pé. Pinte com o sagu a palma das mãos das crianças para que elas a imprimam sobre o papel. Você pode pintar a sua e fazer a demonstração. Não faça o trabalho por elas.

Uma variação possível desta atividade é a pintura da sola dos pés. Elas podem imprimir os pés enquanto caminham sobre um papel comprido. Chame a atenção para o fato de as marcas ficarem bem visíveis no início e irem desaparecendo à medida que a tinta é gasta.
Importante: as pinturas terão curta duração (faz-se, expõe por uns dias e joga-se fora porque o sagu não seca).

Ao término de cada atividade faça uma roda de apreciação, incentivando o cuidado que os pequenos devem ter com os seus trabalhos e com os dos colegas. Monte uma exposição num lugar de visibilidade da escola para que os trabalhos sejam apreciados por todos.

Avaliação
Observe a interação das crianças com os materiais e como elas se expressam através deles.
O mais importante é proporcionar a experimentação de diferentes materiais, interagindo com os amigos num ambiente previamente organizado.

Fonte: Revista Nova Escola.
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quarta-feira, 2 de agosto de 2023

Conectivos para redação: lista prática para melhorar sua escrita

Para que haja coesão no texto, é necessário que as ideias escritas estejam conectadas entre si. Para isso existem os conectivos - palavras e expressões utilizadas no início/meio das frases que interligam períodos, parágrafos, etc. Dessa forma, farão sua redação coesa e fácil de ser interpretada. 

Os conectivos são essenciais para a compreensão do texto, 
logo não podem ser mal empregados: 

ATENÇÃO E CUIDADO COM ELES!


Veja alguns exemplos de conectivos partindo da ideia que quer transmitir no texto.

ADIÇÃO: além disso, ademais, outrossim, por outro lado, bem como. 

OPOSIÇÃO: exceto, mas, contudo, todavia, entretanto, embora.

CERTEZA: certamente, indubitavelmente, com certeza, sem dúvida, inegavelmente.

FINALIDADE: com o fim de, a fim de, com o intuito de, a fim de que, para.

CONCLUSÃO: em suma, portanto, assim, logo, desse modo.

CAUSA: por isso, em virtude de, porque, pois, visto que, portanto.

PRIORIDADE: em princípio, a priori, sobretudo, antes de tudo, primeiramente.

TEMPO: em seguida, frequentemente, eventualmente, às vezes, enquanto.

COMPARAÇÃO: da mesma forma, por analogia, de acordo com, segundo, conforme, assim como.

HIPÓTESE: se, caso, eventualmente.

DÚVIDA: talvez, possivelmente, provavelmente, é provável.

SURPRESA: inesperadamente, de súbito, subitamente, de repente, surpreendentemente.

ESCLARECIMENTO: por exemplo, isto é, ou seja, aliás. 

LUGAR: próximo a ou de, aqui, mais adiante, perto de, acolá.

IDEIAS ALTERNATIVAS: ou... ou, quer quer, ora... ora.

Espero que tenham gostado... Até a próxima!!
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10 dicas simples e eficazes para estudar melhor (e aprender de verdade)

1. Realizar uma Leitura ativa.

A leitura ativa é importante porque nos ajuda a compreender melhor o texto e também nos permite desenvolver nossas próprias opiniões sobre ele. Ela nos obriga a pensar criticamente sobre o que estamos lendo, o que nos torna melhores leitores.

2. Escrever à mão.

Estudos mostram que anotar em papel e caneta ajudam mais na memorização e no aprendizado. Mas nada impede de realizar anotação também em tablets. O importante é anotar.

3. Afaste as interferências.

Ao estudar, é importante se afastar de objetos e lugares que causem interferência no processo de aprendizado. Lugares barulhentos, televisores e celulares não são amigos do estudo, causam distração e por isso devem ser evitados. 

4. Monte Mapas mentais usando cores diferentes. 

Uma das principais vantagens de utilizar mapas mentais coloridos é que ele ajuda a desenvolver uma visão geral, isto é, a visualizar o todo, a partir da conexão de várias partes. Assim, estimula os dois lados do cérebro, facilitando a compreensão de questões complexas.

5. Estude sozinho.

Estudar sozinho exige mais concentração, disciplina e autoconhecimento e consequentemente mais aprendizado e compreensão.

6. Revise a matéria no mínimo a cada cinco dias.

A revisão é um processo essencial que deve estar presente em toda eficiente rotina de estudos. Quando uma informação é relembrada com certa constância, ela gradativamente se torna mais importante para o cérebro, qualificando-se cada vez mais como uma memória de longo prazo.

7. Organize o seu local de estudo.

O ideal é que o local seja o mais silencioso e ausente de interferências externas possível. O local deve ser distante de distrações.

8. Faça um cronograma de estudo.

O cronograma é uma ferramenta de planejamento e controle de tarefas, com data, tempo e horário para concluir cada uma delas de forma organizada e eficiente.

Há muitos benefícios e vantagens em adotar esse tipo de planejamento. Entre eles: o aumento de produtividade; aumenta o aproveitamento do estudo e capacidade de concentração; melhora o preparo para provas e testes; melhora a gestão de tempo e cria o hábito de ter uma rotina organizada.

9. Respeite o seu tempo. 

Respeite seu tempo planejando cada momento para que estudo seja mais produtivo,

10. Crie o hábito de estudar.

Criar o hábito de estudar é muito importante para quem quer alcançar objetivos de aprendizado. 

Ter uma rotina de estudos é fundamental para estabelecer metas, prazos e cronograma de acordo com as necessidades e perfil do estudante. 

Mas, ATENÇÃO:

 Para o seu sucesso, planejamento e disciplina são fundamentais.

Bons estudos!!

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segunda-feira, 31 de julho de 2023

Frases que vão edificar sua mente e transformar seu dia


1 – “Deus não escolhe pessoas capacitadas, Ele capacita os escolhidos.”

2 – “Um com Deus é maioria.”

3 – “Devemos orar sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que possamos ouvir a Deus.”

4 – “Nada está fora do alcance da oração, exceto o que está fora da vontade de Deus.”

5 – “O mais importante não é encontrar a pessoa certa, e sim ser a pessoa certa.”

6 – “Moisés gastou: 40 anos pensando que era alguém; 40 anos aprendendo que não era ninguém e 40 anos descobrindo o que Deus pode fazer com um NINGUÉM.”

7 – “A fé ri das impossibilidades.”

8 – “Não confunda a vontade de DEUS, com a permissão de DEUS.”

9 – “Não diga a DEUS que você tem um grande problema. Mas diga ao problema que você tem um grande DEUS.”

Fonte: http://www.rota83.com/frases-para-gravar-na-memoria.html

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sexta-feira, 28 de julho de 2023

Competências Gerais da BNCC: resumo ilustrado e fácil de entender

 Pequeno resumo que elaborei ao estudar as 10 competências da BNCC... Espero que ajude 😉

CLIQUE NO BOTÃO E LEIA MAIS SOBRE CADA UMA DAS COMPETÊNCIAS.
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terça-feira, 25 de julho de 2023

BNCC x currículo: você sabe realmente qual é a diferença?

A BNCC é uma referência obrigatória mas não é o CURRICULO.

A BNCC estabelece os objetivos que se espera alcançar.

O CURRICULO define como alcançar esses objetivos.

NÃO ESQUEÇA - A BNCC é um documento muito importante
e as redes de ensino têm autonomia para elaborar ou adequar os seus CURRICULOS de acordo com o estabelecido na Base.

Quer estudar mais sobre o assunto???? 
Aqui mesmo no blog você encontra vários posts relacionados ao tema.
Bora estudar profs??

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sábado, 15 de julho de 2023

Tendências pedagógicas: entenda as principais e como aplicar na prática

    Quais foram as tendências pedagógicas que influenciaram a educação brasileira? 

No geral, de acordo com os professores há duas correntes bem distintas dessas tendências: as liberais e as progressistas. Abaixo vamos falar um pouco de cada uma delas. 

Liberais

As tendências liberais são divididas em 

  • Tradicional, 
  • Renovadora Progressista, 
  • Renovadora não-diretiva 
  • Tecnicista. 

Pedagogia Tradicional

O objetivo da escola era preparar os alunos para ocupar papéis na sociedade, por meio do conteúdo adquirido em aulas expositivas pelo professor que era a figura central na relação de ensino aprendizagem. 

Os alunos eram considerados um “papel em branco” que deveria ser preenchido com aulas, exercícios e memorização, de forma passiva sem crítica ao conteúdo ensinado

Pedagogia Renovadora

A pedagogia renovadora tem duas vertentes mais comuns: A Renovadora Progressista e a Renovadora Não diretiva. 

As duas tem em comum a busca pela formação de pessoas ativas na escola. 

O Professor não esta no centro do processo de ensino, mas o aluno que deve buscar, descobrir com a ajuda do professor que será um facilitador na construção do conhecimento

Pedagogia Tecnicista

Neutralidade científica, racionalidade e eficiência na educação. 

Essa tendência ficou conhecida pelo seu objetivo que era preparar as pessoas para ser úteis na sociedade capitalista. 

O ensino ganhou um aspecto mais técnico, para preparar pessoas produtivas. 

Telecurso, microensino, módulos educacionais, são produtos consumidos nessa forma de pensar a educação

Progressistas

Essa concepção é crítica, diferente das pedagogias liberais. O questionamento das realidades sociais é o seu foco principal. Política e pedagogia andam de mãos dadas. De acordo com Libâneo, essa tendência pode ser dividida em três:

  • Libertadora, 
  • Libertária 
  • Crítico-social-dos-conteúdos.

Progressista Libertadora

A escola é o lugar não só onde se aprende, mas deve se propor a discutir os problemas da comunidade.

O professor irá coordenar as atividades com os alunos em busca de uma transformação social. 

Esta tendência esteve mais presente nas escolas públicas brasileiras.

Progressista Libertária

É ligada ao anarquismo. 

Busca a total ausência de poder. 

Essa tendência promove a participação das pessoas em movimentos sociais fora da escola, como sindicatos, associações de moradores, etc. 

Os próprios alunos que propõem os trabalhos escolares.

Progressiva Crítico-social-dos-conteúdos

Essa tendência está em oposição a Progressista Libertadora, pois em sua concepção a escola deve assegurar o conhecimento sistematizado historicamente e ser utilizado como pano de fundo para as transformações sociais.


Referências:
LIBÂNEO, Democratização da escola pública. A pedagogia critico-social-dos-conteúdos. Coleção educar. s/d
QUEIROZ, Cecília Telma Alves Pontes de; MOITA, Filomena Maria Gonçalves da Silva Cordeiro. Fundamentos sócio-filosóficos da educação. Campina Grande; Natal: UEPB/UFRN, 2007

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