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quinta-feira, 28 de março de 2024

Pauta de Observação em Sala de Aula: Guia Prático para Avaliar o Desenvolvimento dos Alunos

O que observar?


Durante a observação em sala de aula, é preciso verificar como se desenvolvem as interações entre professores, alunos e conteúdos e de que forma elas podem se tornar tema da formação continuada na escola. Abaixo estão algumas questões que podem servir de roteiro para essa prática. Relacione as frases com destaque colorido com as explicações nos tópicos abaixo do quadro.

Pauta de observação de sala de aula

Nome do professor ___________________________
Disciplina ___________________________
Conteúdo da aula ___________________________
Data da observação ___________________________

1. A interação entre os alunos e o conteúdo
- O conteúdo é adequado às necessidades de aprendizagem da turma?
- As atividades e os problemas propostos são desafiadores e proveitosos para todos os alunos ou para alguns foi muito fácil e, para outros, muito difícil?
- Há a retomada de conhecimentos trabalhados em aulas anteriores como um ponto de partida para facilitar novas aprendizagens ou as atividades apenas colocam em jogo o que já é conhecido pela turma?
- Os recursos utilizados são adequados ao conteúdo?
- Como está organizado o tempo da aula? Foram reservados períodos de duração suficiente para os alunos fazerem anotações, exporem as dúvidas, debaterem e resolverem problemas?

2. A interação entre o professor e os alunos
- Os objetivos de aprendizagem de curto e longo prazos dos conteúdos em questão estão claros para a turma?
- As propostas de atividades foram entendidas por todos? Seria necessário o professor explicar outra vez e de outra maneira? As informações dadas por ele são suficientes para promover o avanço do grupo?
- As intervenções são feitas no momento certo e contêm informações que ajudam os alunos a refletir?
- O professor aguarda os alunos terminarem o raciocínio ou demonstra ansiedade para dar as respostas finais, impedindo a evolução do pensamento?
- As hipóteses e os erros que surgem são levados em consideração para a elaboração de novos problemas?
- As dúvidas individuais são socializadas e usadas como oportunidades de aprendizagem para toda a turma?

3. A interação dos alunos com os colegas
- Os alunos se sentem à vontade para colocar suas hipóteses e opiniões na discussão?
- Nas atividades em dupla ou em grupo, há uma troca produtiva entre os alunos?
- Com que critérios a classe é organizada?
- Os alunos escutam uns aos outros?

Para pensar em novas abordagens

Problemas adequados são os que representam um desafio possível. Ou seja, não podem ser tão fáceis a ponto de serem solucionados sem esforço nem tão difíceis que se tornem desestimulantes. Quando 80% da turma acerta sem dificuldade as questões propostas, é hora de lançar novos desafios. Se mais da metade não encontra solução, é preciso orientar o professor para que ele tente novas abordagens e ajudá-lo a diversificar as atividades.

Como usar bem o material pedagógico

Mapas, slides, ilustrações, fotos e vídeos precisam ser adequados ao conteúdo trabalhado, utilizados em momentos certos e ter qualidade técnica. Quando alguma dessas coisas não acontece, busque com o professor novas ferramentas ou indique maneiras mais eficientes de usar as já disponibilizadas pela escola. No caso de recursos tecnológicos, é sempre recomendável testá-los antes da aula.

Em busca de clareza e objetividade

Muitas dificuldades que aparecem durante os momentos de aprendizagem têm origem em uma proposta confusa, mal elaborada ou comunicada de forma ineficiente. Durante a observação, anote as falas do professor para posteriormente discutir a clareza e a pertinência das propostas. Para torná-las mais claras, geralmente são necessárias mudanças simples, como a substituição das palavras difíceis. 

Fazer do erro uma oportunidade de ensinar

Durante a observação, anote os erros e as dúvidas apresentados pelos alunos e verifique se o professor consegue fazer com que as dificuldades individuais sejam oportunidades de avanço para todo o grupo. Os erros e as intervenções dos professores também podem ser registrados para a tematização da prática durante os encontros coletivos e os individuais.

Ajuda na formação de grupos

É preciso observar se as duplas ou os grupos foram formados aleatória ou intencionalmente. A escolha dos pares precisa ser planejada e a formação vai variar de acordo com os conteúdos. Ao perceber que um agrupamento não é produtivo, analise com o professor o perfil dos alunos e ajude a montar outros mais eficazes. 

Para cada situação, um grupo

Ao perceber uma inadequação entre a organização da sala e o conteúdo, você pode indicar, na devolutiva, outras formas de dispor os alunos. Em roda, em duplas, trios ou quartetos. A forma como a turma trabalha deve estar relacionada aos objetivos pedagógicos. Geralmente, grupos grandes servem para socializar estratégias, mas não para trocar informações. Já quando o objetivo é colocar os conhecimentos de cada aluno em jogo, o melhor são as atividades individuais.

  Espero que aproveitem as dicas!!! 
Fiquem com Deus!!! 
 Até a próxima!!
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domingo, 19 de junho de 2022

Dicas para a elaboração do Parecer Descritivo do aluno

Para redigir o parecer descritivo do aluno o professor deve:

  • Levar em conta os destinatários;
  • Utilizar linguagem cuidada, clara, simples, precisa e adequada ao público;
  • Considerar o caráter oficial do documento;
  • Observar ortografia, concordância e formatação;
  • Nomear os pareces; 
  • Evitar palavras diminutivas;
  • Utilizar verbos e expressões que indiquem processo; 
  • Utilizar linguagem cuidada, clara, simples, precisa e adequada ao público;
  • Considerar o caráter oficial do documento;
  • Observar ortografia, concordância e formatação;
  • Evitar palavras diminutivas;
  • Utilizar verbos e expressões que indiquem processo;
  • Evitar contradições;
  • Evitar comparações;
  • Ser coerente;
Exemplos de como iniciar um parecer descritivo...

"Percebe-se o progresso de... durante este trimestre em...”

 “Com base nos objetivos trabalhados no trimestre, foi possível observar que o aluno...”

 “Observando o desempenho da aluna..., foi constatado que neste trimestre...”

 “Com base nas avaliações realizadas, foi possível constatar que a aluna... identifica...”

Exemplo de como descrever sobre o desenvolvimento cognitivo...

 “Demonstra um ótimo/bom aproveitamento na aquisição da leitura e escrita.”

 “Lê com fluência diferentes textos, fazendo conexões com a realidade.”

 “Lê e interpreta os textos trabalhados em aula sem maiores dificuldades.”

 “Escreve, ordena e amplia frases, formando textos coerentes e lógicos.”

Exemplos de como descrever a participação do aluno e o convívio social

 "Demonstra respeito pelos colegas e professores";

 "Colabora nas atividades coletivas, atuando em grupo";

 "Aceita sugestões da professora e dos colegas";

 "Contribui para a integração e o crescimento do grupo".

Agora para refletir...

“O parecer é, sobretudo a imagem de um trabalho. Ao relatarmos um processo efetivamente vivido, naturalmente encontraremos as representações que lhe dêem verdadeiro sentido”.  Jussara Hoffmann
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sexta-feira, 17 de junho de 2022

Cansada da correria no fim do bimestre? Veja como facilitar seus relatórios de alunos

Ei amigos...querem evitar aquela loucura ao fim do bimestre para montar os relatórios de nossos alunos?? Que tal algumas dicas?
Em relação à assimilação e fixação dos conteúdos:
O aluno é excelente, independente e realiza todas as atividades.
O aluno é muito bom, porém tem necessidade de consultar o professor.
O aluno possui dificuldade, é dependente do professor, mas realiza apesar de apresentar bastante lentidão.
O aluno possui dificuldade, é extremamente dependente do professor,não consegue realizar nada sozinho e não demonstra vontade em aprender.

Concentração e atenção às explicações em sala de aula:
O aluno é participativo.
O aluno é participativo, mas se empolga demais o que às vezes atrapalha.
O aluno participa somente quando é solicitado.
O aluno não participa da aula. Demonstra apatia.
O aluno é distraído, conversa e ainda atrapalha os demais.

Quanto à correção:
O aluno não consegue corrigir os erros (clipes) sozinho, necessita que o professor lhe oriente durante a correção, seja ela no caderno ou na apostila, pois se distrai com muita facilidade.
O aluno é excelente. Consegue identificar e corrigir seus erros (clipes) sem auxílio do professor, sejam eles no caderno ou na apostila.
O aluno não corrige certo da lousa, pois apresenta deficiência visual.
O aluno não corrige certo da lousa, devido à falta de atenção.

Quanto ao relacionamento do aluno com os colegas:
Relaciona-se bem com todos os colegas.
Não relaciona-se bem com os colegas, gosta de se isolar.
Não relaciona-se bem com os colegas, é agressivo.
Gosta de realizar trabalhos em grupo.
Demonstra resistência em fazer trabalhos em equipe.

Quanto à Caligrafia e desempenho do aluno em sala de aula:
O aluno é excelente, tem a letra linda, é caprichoso e não apresenta erros.
O aluno é excelente , mas por querer ser o primeiro da classe a terminar, acaba deixando a desejar no capricho e na letra.
O aluno tem uma caligrafia boa, porém com muitos erros.
O aluno tem uma caligrafia ruim, mas não apresenta erros.
O aluno tem uma letra muito bonita e sem erros, mas demora muito para copiar.
O aluno precisa fazer caligrafia (caderno).
O aluno não precisa fazer caligrafia.

Quanto à disciplina:
O aluno apresenta comportamento excelente tanto em sala de aula , como na fila.
O aluno apresenta comportamento excelente em sala, porém na fila, deixa a desejar.
O aluno conversa , porém acata às regras da sala.Uma chamada de atenção é suficiente.
O aluno é indisciplinado, cabendo ao professor chamar-lhe a atenção em muitos momentos.

Quanto ao reforço:
O aluno não necessita de reforço paralelo.
O aluno necessita de reforço e comparece a todos.
O aluno necessita de reforço, mas não comparece devido à resistência dos pais ou do próprio aluno.
O aluno comparece aos reforços, mas apresenta resistência em realizar as atividades propostas (pede para ir ao banheiro; beber água, distrai-se com facilidade, conversa, brinca).

Quanto ao material usado em sala e lição de casa:
O aluno realiza a lição de casa com capricho.
O aluno realiza a lição de casa sem capricho.
O aluno não realiza a lição de casa.
O aluno traz todos os materiais necessários.
O aluno esquece o material escolar.

Quanto à Leitura:
O aluno lê com fluência e entonação adequados.
O aluno lê, mas não respeita os sinais de pontuação.
O aluno tem dificuldade na leitura das palavras.
O aluno não lê.

Em relação à assiduidade do aluno: 
o aluno falta muito e as mesmas o estão prejudicando no aprendizado.
o aluno não falta, exceto se for estritamente necessário.
o aluno não deverá faltar, está com excesso de faltas.
o aluno não consegue colocar o conteúdo de sala de aula em ordem devido as número de faltas.

Em relação a seus materiais:
organiza com ajuda das professoras e inspetora.
organiza com total independência.
não consegue se organizar.
esquece frequentemente materiais na sala.
perde frequentemente materiais na sala.

Em relação aos responsáveis:
- “necessitam” de atenção especiais.
- são participativos.
- são criteriosos, indagam bastante e acompanham o desenvolvimento do filho.
- geralmente não acompanham as lições/estudo do filho, porém participam das atividades.
- não são participativos e pouco comparecem às atividades.
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quarta-feira, 15 de junho de 2022

Parecer descritivo do aluno: como elaborar de forma clara e profissional

Ao elaborar um parecer descritivo, existem alguns pontos que merecem  atenção...
Registros de avaliação exigem exercício do professor:
  •  de prestar atenção nas manifestações dos alunos (orais e escritas);
  •  de descrever e refletir teoricamente sobre tais manifestações;
  •  de partir para ações ou encaminhamentos ao invés de permanecer nas constatações.

O que não devemos fazer...
  • Listar apenas algumas habilidades aleatoriamente sem uma conexão;
  •  Enfatizar apenas as habilidades que o aluno ainda não adquiriu, aparentando muitas vezes, que o “problema” é irreversível.
EX. “o aluno não conhece”, “não sabe”, “não realiza”, etc...

SUGESTÃO: Substituir por ainda não conhece ou precisa desenvolver ou será necessário trabalhar

O que fazer então?
  • Abordar questões COGNITIVAS que revelam a observação ou compreensão do aluno em seus estágios de desenvolvimento;
  •  Analisar as possibilidades do aluno se desenvolver, de ir além naquela habilidade ainda não adquirida;
  •  Descrever o desenvolvimento próprio de cada criança destacando seus avanços e conquistas;
  •  Expor as necessidades e intervenções a serem feitas durante o processo de ensino-aprendizagem.
O que precisamos saber?
  • Que habilidades e conhecimentos foram trabalhados com o aluno?
  • Quais os avanços que o mesmo vem demonstrando nestas áreas?
  • Apresenta alguma área a ser melhor desenvolvida?
  • Que sugestões você oferece neste sentido?
  •  Atividade? Jogos? Leituras? Que trabalhos você vem realizando junto aos alunos?
  •  Como o aluno se refere ao seu desenvolvimento neste período?
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domingo, 27 de junho de 2021

Avaliação na Educação Infantil não é prova: entenda a proposta de Jussara Hoffmann


A avaliação, em uma dimensão formadora, considera a criança sujeito integral, e não fragmentado, que procura desenvolver-se com a finalidade de suprir as próprias necessidades pessoais e as do grupo ao qual pertence. Portanto, a avaliação deve ser entendida como um processo contínuo, no qual a própria criança será sempre a referência e não deverá haver comparações com outras crianças ou objetivos classificatórios e promocionais.
É preciso compreender o processo de desenvolvimento infantil de forma integral, e não apenas constatar o que foi assimilado, avançando assim para uma postura investigativa. Para que isso realmente aconteça, é necessário ressignificar a avaliação na Educação Infantil e saber que a criança está em constante processo de aprendizagem e desenvolvimento.
Com a equipe pedagógica da escola, construa indicadores avaliativos, pareceres e/ou instrumentos de avaliação e registro que possibilitem o desenvolvimento da criança no tempo dela, sem fazer comparações ou nutrir expectativas falsas. Os registros da avaliação refletem a imagem das ações desenvolvidas, e a forma final de registro da avaliação de cada aluno será apenas uma síntese de tudo o que você observou sobre ele.
O objetivo principal do processo avaliativo deve servir para que o professor reveja as suas intervenções e a sua prática e mantenha um registro do desenvolvimento da criança focando sempre os progressos, as necessidades e as experiências vividas.
A criança da Educação Infantil, segundo Hoffmann, “tem maneiras peculiares e diferenciadas de vivenciar as situações, de interagir com os objetos do mundo físico. Seu desenvolvimento acontece muito rapidamente e a cada minuto ela consegue novas conquistas, ultrapassa expectativas e nos causa surpresas”.

(HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. Avaliação na pré-escola: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. 7.ed. Porto Alegre: Mediação, 1996.)

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segunda-feira, 15 de março de 2021

Palavras para relatórios avaliativos: sugestões prontas para facilitar seu trabalho


Olá ...
elaborar relatórios avaliativos é sempre complicado né? 
Sempre nos perguntamos: 'O que posso falar?', 'Como me expressar?' 

Bom venho compartilhar hoje esse quadro de sugestões de palavras 
para serem usadas na elaboração dos relatórios avaliativos da turminha que encontrei na net...
não me lembro em que site, estou apenas compartilhando... espero que gostem...
Bejinhos

SUGESTÕES DE PALAVRAS E EXPRESSÕES PARA USO EM RELATÓRIOS
Você pensa
Você escreve
O aluno não sabe
O aluno não adquiriu os conceitos, está em fase de aprendizado.
Não tem limites
Apresenta dificuldades de auto-regulação, pois…
É nervoso
Ainda não desenvolveu habilidades para convívio no ambiente escolar, pois…
Tem o costume de roubar
Apresenta dificuldade de autocontrole, pois…
É agressivo
Demonstra agressividade em situações de conflito; usa meios físicos para alcançar o que deseja
É bagunceiro, relaxado, porco
Ainda não desenvolveu hábitos próprios de higiene e de cuidado com seus pertences.
Não sabe nada
Aprendeu algumas noções, mas necessita desenvolver…
É largado da família
Aparenta ser desassistido pela família, pois…
É desobediente
Costuma não aceitar e compreender as solicitações dos adultos; Tem dificuldades em cumprir regras.
É apático, distraído
Ainda não demonstra interesse em participar das atividades propostas; Muitas vezes parece se desligar da realidade, envolvido em seus pensamentos.
É mentiroso
Costuma utilizar inverdades para justificar seus atos ou relatar as atitudes dos colegas
É fofoqueiro
Costuma se preocupar com os hábitos e atitudes dos colegas.
É chiclete
É muito afetuoso; demonstra constantemente seu carinho…
É sonso e dissimulado
Em situações de conflito coloca-se como expectador, mesmo quando está clara a sua participação.
É preguiçoso
Não realiza as tarefas, aparentando desânimo e cansaço. Porém logo parte para as brincadeiras e outras atividades.
É mimado
Aparenta desejar atenções diferenciadas para si, solicitando que sejam feitas todas as suas vontades.
É deprimido, isolado, anti-social
Evita o contato e o diágolo com colegas e professores preferindo permanecer sozinho; Ainda não desenvolveu hábitos e atitudes próprias do convívio social.
É tagarela
Costuma falar mais que o necessário, não respeitando os momentos em que o grupo necessita de silêncio.
Tem a boca suja
Utiliza-se de palavras pouco cordiais para repelir ou afrontar.
Possui distúrbio de comportamento
Apresenta comportamento fora do comum para sua idade e para o convívio em grupo, tais como…
É egoísta
Ainda não sabe dividir o espaço e os materiais de forma coletiva.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Parecer Descritivo: Como Fazer de Forma Clara e Eficiente






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segunda-feira, 16 de março de 2020

Síntese Avaliativa na Educação Infantil: O Que Observar e Como Registrar o Desenvolvimento das Crianças



O resumo abaixo é referente aos Referenciais Curriculares para a Educação Infantil,
 a publicação na íntegra, se encontra no site do MEC. 
Esta síntese não substitui a leitura reflexiva e aprofundada sobre avaliação pedagógica, que o professor deve fazer antes de decidir pelo seu método de avaliação.

Movimento 
É continua e um instrumento para reorganização dos objetos, conteúdos, procedimentos, atividades e como forma de acompanhar e conhecer cada criança. Documentar os aspectos referentes a expressividade do movimento e sua dimensão instrumental. É preciso atualizar com as mudanças. 

De 0 a 3 anos: uso de gestos e ritmos corporais para expressar, deslocamento no espaço sem ajuda.

Musica          
Deve ser trabalhada em contexto lúdico. Procurar oferecer sons e instrumentos com qualidade sonora. Contar e ouvir musica é uma atividade permanente. Para avaliar podem observar aspectos referentes ao desenvolvimento vocal, rítmico e motor.- capacidade de imitação, criação e memorização

Artes Visuais          
As produções devem ser expostas e valorizadas. As construções podem virar utensílios, objetos, instrumentos, quadros. Podem ser enviados para casa, podem ficar expostos fora da escola ou apenas documentados e arquivados. Deve explicitar as etapas e conquistas do processo criativo da criança. 

0 a 3 anos: exploração de diferentes materiais e a exposição por meio deles. 
De 4 a 6: Que se utilizem das formas de expressão


Linguagem oral e escrita          
Observar a evolução das crianças. 

De 0 a 3 anos: utilização da oralidade para expressar e explorar. 
De 4 a 6: Participar de conversas, dialogar. Manusear materiais escritos. Interesse por ler e ouvir histórias, escrever seu nome. Solicitar a leitura se comentam sobre o que escutam.


Natureza e sociedade  
 
0 a 3 anos: Participar de atividades que envolvam a exploração do ambiente imediato e a manipulação de objetos; 

4 a 6 anos: Conhecer e valorizar as manifestações culturais da sua comunidade e manifestar suas opiniões, hipóteses e ideias. 

Matemática        

0 a 3 anos: o contato com os números e a exploração do espaço. Para isso, é preciso que as crianças participem de situações nas quais sejam utilizadas a contagem oral, referências espaciais e temporais. Também é preciso que se criem condições para que as crianças engatinhem, arrastem-se, pulem etc., de forma a explorarem o máximo seus espaços.

4 A 6 ANOS: esperar que as crianças utilizem conhecimentos da contagem oral, registrem quantidades de forma convencional ou não convencional e comuniquem posições relativas à localização de pessoas e objetos


Até a próxima...bjinhos
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