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domingo, 27 de junho de 2021

Avaliação na Educação Infantil não é prova: entenda a proposta de Jussara Hoffmann


A avaliação, em uma dimensão formadora, considera a criança sujeito integral, e não fragmentado, que procura desenvolver-se com a finalidade de suprir as próprias necessidades pessoais e as do grupo ao qual pertence. Portanto, a avaliação deve ser entendida como um processo contínuo, no qual a própria criança será sempre a referência e não deverá haver comparações com outras crianças ou objetivos classificatórios e promocionais.
É preciso compreender o processo de desenvolvimento infantil de forma integral, e não apenas constatar o que foi assimilado, avançando assim para uma postura investigativa. Para que isso realmente aconteça, é necessário ressignificar a avaliação na Educação Infantil e saber que a criança está em constante processo de aprendizagem e desenvolvimento.
Com a equipe pedagógica da escola, construa indicadores avaliativos, pareceres e/ou instrumentos de avaliação e registro que possibilitem o desenvolvimento da criança no tempo dela, sem fazer comparações ou nutrir expectativas falsas. Os registros da avaliação refletem a imagem das ações desenvolvidas, e a forma final de registro da avaliação de cada aluno será apenas uma síntese de tudo o que você observou sobre ele.
O objetivo principal do processo avaliativo deve servir para que o professor reveja as suas intervenções e a sua prática e mantenha um registro do desenvolvimento da criança focando sempre os progressos, as necessidades e as experiências vividas.
A criança da Educação Infantil, segundo Hoffmann, “tem maneiras peculiares e diferenciadas de vivenciar as situações, de interagir com os objetos do mundo físico. Seu desenvolvimento acontece muito rapidamente e a cada minuto ela consegue novas conquistas, ultrapassa expectativas e nos causa surpresas”.

(HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. Avaliação na pré-escola: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. 7.ed. Porto Alegre: Mediação, 1996.)

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quinta-feira, 17 de junho de 2021

Se as crianças pudessem falar tudo: uma mensagem que todo adulto precisa ouvir

Dizes que sou o futuro. 
Não me desprezes no presente. 
Dizes que sou a esperança de paz.
 Não me induzas a guerra.

 Dizes que sou a promessa do bem. 
Não me confies ao mal. 
Dizes que sou a luz dos teus olhos.
 Não me abandones nas trevas. 
                                                      Não espero somente teu pão.                                                                                                                                                                          
Dá-me luz e entendimento.
Não desejo tão só a festa do teu carinho. 
Suplico-te amor com que me eduques.
Não te rogo apenas brinquedos.
 Peço-te bons exemplos e boas palavras.

 Não sou simples ornamento de teu caminho.
 Sou alguém que te bate à porta em nome de Deus.

Ensina-me o trabalho, a humildade e o perdão. 
Orienta-me para o que seja bom e justo. 
Corrija-me enquanto é tempo.
 Ajuda-me hoje para que amanhã não te faça chorar.
Fonte: A Maneira Lúdica de Ensinar.
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sexta-feira, 11 de junho de 2021

Ai, que vontade de morder


Faixa etária: 0 a 3 anos

Objetivo: Lidar com as crianças que mordem.

Desenvolvimento: Para que as mordidas não aconteçam...

Estimule situações comunicativas, pois o uso progressivo da fala e de outras formas de comunicação vão, aos poucos, substituir as dentadas.

Garanta que haja variedade de material, principalmente dos brinquedos preferidos. Dessa forma, há a possibilidades de escolha para todos, evitando-se assim as disputas.

Esteja sempre por perto na hora em que o grupo compartilhar brinquedos.

Evite situações que irritam ou cansam as crianças, como fome, sono e longos períodos de espera entre uma atividade e outra.

Se houver uma que costuma morder com mais frequência, fique próximo dela. Certamente ela vai se sentir mais constrangida com um adulto por perto.

Mas, se elas acontecerem...

Antes de tudo, cuide de quem sofreu a mordida e o acolha.

Se quem mordeu tiver mais de 3 anos, chame-o para ajudar a cuidar do machucado que causou e assim conhecer as consequências de sua ação. Não brigue, mas seja firme e explique que isso não é uma coisa boa de se fazer porque causa dor.

Analise os contextos e a frequência desse comportamento e investigue as causas.

Nunca estigmatize a criança tornando-a a mordedora do grupo.

Ao contrário, procure ajudá-la a mudar de atitude.

Ao avisar os pais de quem sofreu a mordida, não revele o nome do colega que causou o machucado, mas explique as providências tomadas.

Já os familiares da que mordeu só devem ser comunicados se o comportamento se repetir com frequência.

Fonte: Revista Nova Escola

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sábado, 5 de junho de 2021

Domésticos ou selvagens? Atividade interativa que as crianças amam

Atividade interativa onde a criança deve arrastar cada imagem de animal que aparecer ao lugar correspondente identificando se é animal doméstico ou animal selvagem.


HABILIDADE DA BNCC 

(EF02CI04.s) Descrever características de plantas e animais (tamanho, forma, cor, fase da vida, local onde se desenvolvem etc.) que fazem parte de seu cotidiano e relacioná-las ao ambiente em que eles vivem.

Até a próxima!! 
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sexta-feira, 4 de junho de 2021

Dica de site...






Espero que aproveitem as dicas!!! 
 Até a próxima!!
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