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quinta-feira, 20 de abril de 2023

Proposta de interações e brincadeiras: Caça ao tesouro sensorial


 Campos de experiências:

* Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.

Objetivos de aprendizagem e desenvolvimento:

* Classificar objetos de acordo com suas diferenças e semelhanças.

* Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades.

Materiais:

* Objetos de diferentes texturas disponíveis em casa.

Desenvolvimento:

A proposta é uma caça ao tesouro sensorial. Para isso, explique para a criança que o tesouro serão objetos com diferentes texturas como liso, áspero, macio e rígido (duro).

Após a escolha da primeira textura a ser usada, peça para a criança correr pela casa e encontrar objetos com essa textura. Caso a criança tenha um pouco de dificuldade, nas primeiras vezes, você pode ir com ela procurar o tesouro.

Em um segundo momento, a criança poderá falar a textura e você irá procurar o tesouro.

Boa caçada!

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segunda-feira, 17 de abril de 2023

Jogo - O que é, o que é?










Espero que tenham gostado!!! 
 Até a próxima!!
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quarta-feira, 12 de abril de 2023

Corpo, Gesto e Movimento: Desenvolvendo o Equilíbrio na Educação Infantil

Equilíbrio de todo jeito.

Inicie o trabalho com as crianças espalhadas em um espaço vazio. 

Faça algumas solicitações nas quais as crianças deverão executar movimentos corporais para desenvolver o equilíbrio.

A importância do equilíbrio:

        O equilíbrio deve fazer parte das aulas, pois é uma conduta de base para muitos aprendizados. 

        Na Educação Infantil, todos os exercícios ou brincadeiras devem ser iniciados no chão para depois serem utilizados materiais, como a tábua ou o banco. 

        Nesse momento, a criança perde o contato com o solo e a altura também influencia em seus movimentos. Ela deve estar segura de sua prática no solo para executá-la de forma mais complexa fora dele. 

        Respeite sempre as faixas etárias e uma ordem de atividades em progressão. 

        No trabalho desta conduta é fundamental a presença da professora ao lado da criança, dando segurança e auxílio para qualquer problema que possa ocorrer. 

        Nestas atividades, para facilitar o equilíbrio, peça para as crianças abrirem seus braços paralelamente ao chão.

Parte 1 – Movimentações corporais.

Vamos brincar de aviãozinho? Mostre a posição e peça para as crianças repetirem-na: tronco um pouco inclinado para a frente, em um só pé, braços abertos, acompanhando a linha do ombro. As crianças brincam utilizando uma perna de apoio, depois trocam e apoiam a outra perna. Conte até cinco e veja quem consegue permanecer na posição, depois aumente para 10 segundos.

Em duplas, uma criança de frente para a outra, de mãos dadas e pés juntos: Ao sinal do apito devem tentar andar, pulando juntas para um lado e para o outro (3 passou para cada lado). Avise para que lado elas devem começar. Obs.: não vale soltar as mãos, o que requer uma sincronia maior da dupla.

Desafio do Saci: Durante um minuto a sala virará uma floresta repleta de Sacis Saci-pererês. Ao sinal do apito, as crianças começam a andar como Saci pela sala sem esbarrar em ninguém. Depois, a um novo sinal do apito, vão tentar dar um pulo mais alto e cair numa perna só. Por último vão dar um pulo e se agachar, caindo nos dois pés, mas sem encostar as mãos no chão.

Parte 2 – Trabalhando o equilíbrio com o auxílio de materiais.

Fita crepe colada em linha reta no chão: Peça para a turma andar em cima da fita, de frente (na ida) e de costas (na volta).

Corda colada em linha reta no chão: Repita a solicitação anterior e acrescente uma terceira tarefa: juntar os pés e pular com ambos de um lado e do outro, utilizando a corda no meio como referencial. Depois mantenha a corda esticada no chão, dando alguns nós no meio dela. As crianças terão mais dificuldades de andar em cima dela tendo que pisar nos nós, auxilie as crianças para que não caiam.

Equilíbrio com saquinhos: Distribua pequenos objetos como saquinhos com areia, caixas de fósforo ou outros. Mescle o peso, pois quanto mais leve o objeto, mais difícil de ser equilibrado.

Tábua de caminhar: Se possível, utilize uma tábua de equilíbrio ou uma tábua feita de EVA. Repita as movimentações anteriores e acrescente o caminhar lateralmente.Peça para a criança caminhar na tábua ou no banco com um objeto na mão (pode ser uma bexiga, pois é leve). Depois, coloque no meio da tábua um pequeno obstáculo, fazendo com que, ao caminhar, a criança precise passar por cima dele sem cair. O obstáculo pode ser uma corda enrolada ou algo similar, não muito alto.

Banco Sueco: repita as movimentações em cima de um banco sueco, utilizando a parte mais larga dele. Para as crianças maiores use também a parte mais estreita, virando o banco ao contrário.

 Fonte: Autora: Ana Mello – Revista Guia Prático para Professoras de Educação Infantil.

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quinta-feira, 23 de março de 2023

Como organizar um local de estudo na sua casa?

Abaixo, confira as principais dicas para você organizar um local de estudo incrível em sua casa.
1. Tenha uma mesa de estudos e use uma boa cadeira
O primeiro ponto para organizar seu ambiente de aprendizagem é selecionar uma mesa com espaço adequado para os seus materiais. Isso é importante para que você consiga ter acesso fácil a seus materiais no momento de estudar.

Além disso, outro fator essencial é a escolha da cadeira. Aqui a dica é usar uma que seja confortável e que não machuque sua coluna com longos períodos de estudo.

2. Defina um local fixo para estudar
Nosso cérebro adora rotinas e quando elas são criadas há uma melhora na produtividade das atividades. Neste sentido, ter um local fixo de estudo também é um passo indispensável para otimizar seu aprendizado.

Para definir qual será o ambiente, pense principalmente no fator do silêncio. Tente selecionar o espaço mais silencioso possível para auxiliar na sua concentração durante os estudos.

3. Tenha um mural de anotações
Ao longo da sua rotina de estudos, você fará diversas anotações. Algumas delas serão feitas em seus cadernos e apostilas. Contudo, ter um mural para colar post-its com lembretes otimiza, e muito, seu aprendizado.

Aqui, a dica é usar técnicas e métodos de estudo, como o sistema Cornell de anotações e a criação de um mapa mental.

4. Pense na iluminação e na temperatura do ambiente
Pode parecer que não, mas a iluminação e a temperatura do ambiente influenciam diretamente na organização do seu local de estudo. Desenvolver um espaço com luzes bem claras é fundamental para que você não force a sua visão e também não sinta sono durante o aprendizado.

Em relação a temperatura, a dica é encontrar uma que te deixe confortável: nem frio, nem calor. Procure também manter o ambiente arejado, para que haja uma boa circulação de ar.

5. Decore o seu local de estudos
A criatividade é outro fator que impulsiona a aprendizagem de um estudante. Decorar o seu local de estudo é uma forma de colocá-la em prática. Por isso, nesse passo é importante que você selecione elementos que despertem seu lado criativo, desde o mural até a disposição da sua mesa.

Procure usar materiais com cores em tons pastéis e também use itens que ajudem a relaxar. Ainda, decore o seu ambiente de estudos de uma maneira que torne seu aprendizado mais prazeroso.

6. Peça a colaboração de todos durante os horários de concentração
Assim como definir um local de estudo fixo que seja silencioso, informar as pessoas que estão ao seu redor sobre seus horários de concentração é outro quesito importantíssimo. 

Dessa forma, elas colaboraram para que o ambiente permaneça calmo e você possa manter o foco durante o aprendizado.

Gostou dessas dicas de como organizar e adequar seu local de estudo? 

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terça-feira, 14 de março de 2023

Muito Além de Chamar Nomes: O Valor da Chamada na Educação Infantil

Reflexões sobre a atividade permanente da chamada do livro: Ler e escrever na Educação Infantil: discutindo práticas pedagógicas.

Na Educação Infantil são inúmeras as oportunidades significativas em que as crianças podem reconhecer letras, aprender os nomes de cada uma e tentar grafá-las. 
Tal conhecimento é importante, em primeiro lugar, porque desse modo a criança foca a atenção no princípio de que utilizamos as letras na escrita de palavras. 
Em segundo lugar, porque, para “conversar” sobre a escrita, para dialogar sobre como escrever uma palavra, a criança passa a poder lançar mão dessa metalinguagem. 
Ou seja, ao escrever seus nomes ou outras palavras de seu interesse, pode interagir com os colegas e professora sobre que letra usar. 
Por fim, as atividades com as letras familiarizam a criança com o seu traçado, permitindo que possa escrever ao seu modo usando os símbolos convencionais. P. 28 

O mural da chamada é mais uma alternativa em que, por meio da comparação da escrita do nome das crianças, podem ser criadas várias oportunidades de aprender o nome das letras. Assim, é possível perguntar quais nomes começam com a mesma letra, qual é aquele que tem mais ou menos letras, qual o nome que difere do outro apenas por uma letra, entre outras possibilidades. 
A atividade diária com o mural de chamada também permite que as crianças reconheçam globalmente o seu nome, o nome dos colegas, fazendo com que tais palavras se tornem “estáveis”. Ou seja, mesmo sem estar alfabetizada, a criança pode ir construindo um repertório de palavras que sabe escrever de cor. 
Tal conhecimento, sem dúvida, também pode ajudá-la nas suas tentativas de escrita e leitura de novas palavras. P. 29 

As letras do alfabeto permitem que, com base nelas e nos sons que representam, possamos escrever infinitas palavras e textos. 
Os diferentes textos com os quais convivemos são escritos com diferentes tipos de letra. Essa é uma aprendizagem que as crianças precisam realizar, e que muito cedo elas começam a perceber, com base nas experiências que vivenciam com os variados textos que circulam na sociedade. P. 110 

Em várias escolas de Educação Infantil, percebemos a opção em trabalhar, tanto na leitura como na escrita, com palavras escritas com letras de imprensa maiúscula. 
São várias as justificativas para essa opção: essas letras estão muito presentes no cotidiano das crianças, em vários textos e suportes textuais (outdoors, capas de livros, placas, rótulos de embalagens, etc.); são letras mais facilmente identificadas pelas crianças nas palavras, já que é claro onde a letra começa e termina, o que não ocorre com a letra cursiva; são letras com um traçado mais simples e, portanto, mais fáceis de serem reproduzidas, não sendo, inclusive, necessário um treino sobre sua movimentação. P. 111 

Fazer a opção pelo trabalho com a letra de imprensa maiúscula na Educação Infantil não significa, no entanto, que os outros tipos de letras não possam estar presentes na sala, pois espera-se que textos escritos com diferentes letras sejam lidos/vistos nesse contexto. P. 112 

No trabalho com os diferentes tipos de letras na Educação Infantil, precisamos considerar, portanto, dois aspectos: os usos efetivos dessas letras nos diferentes textos que circulam na sociedade, o que está vinculado à dimensão do letramento e dos usos sociais da linguagem; e o desenvolvimento cognitivo das crianças em relação à apropriação da escrita alfabética. 

Em relação ao primeiro aspecto, a diversidade de formas de se grafar as letras pode ser trabalhada na escola por meio da leitura e escrita de diferentes textos, em diferentes suportes. No que se refere ao desenvolvimento cognitivo dos alunos e à capacidade de identificarem e grafarem as letras em suas diferentes formas, precisamos considerar, como apontado por Quinteiros (1997), que a percepção da estabilidade das letras não é facilmente compreendida pelas crianças.

 [...] Ao serem apresentadas a diferentes formas de se traçar uma letra, crianças que não compreenderam ainda a natureza alfabética do nosso sistema podem achar que as mesmas letras apresentadas no formato maiúsculo e minúsculo correspondem a letras diferentes, como abordado por Quinteiros (1997). P. 112 

Fonte: Ler e Escrever na Educação Infantil: discutindo práticas pedagógicas. Ana Carolina Perrusi Brandão e Ester Calland de Sousa Rosa (Orgs.). Coleção: Língua Portuguesa na Escola. Editora: Autêntica, 2. Ed. Belo Horizonte, 2011.

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terça-feira, 7 de março de 2023

Muito além de brincar: a importância da massinha na Educação Infantil

O processo de alfabetização começa muito antes do conhecimento das letras e palavras, ele começa nas atividades que envolvem movimentos de mãos e dedos.


A massinha de modelar é recurso simples e com grande importância de ser oferecido e explorado na fase inicial da alfabetização das crianças, sendo que quando bem mediado pelo educador tem como objetivo desenvolver a coordenação motora fina, a criatividade, concentração, oralidade, estimular matemática, apresentar e descobrir novas formas, cores, novas texturas, sensações e movimentos, desenvolvendo também a socialização dos pequenos.

Grande parte das crianças gostam de brincar de massinha. Agora imagina as próprias crianças preparando? Quanta autonomia e desenvolvimento! Tenho certeza que será uma grande diversão.

Agora é só colocar a mão na massa e dar asas para a imaginação.

Vamos a receita:

Ingredientes:
2 copos de farinha de trigo
1/2 Copo de água
2 dedos de óleo de cozinha
2 dedos de vinagre
Corante alimentício

Modo de Preparo:

Em um recipiente misture todos os ingredientes e amasse bem até ficar boa para modelar.

Deixo aqui uma observação para caso ocorra da massa ficar grudenta, acrescente aos poucos mais farinha de trigo para que possa dar o ponto da massinha.

Todos os ingredientes são comestíveis, então se a criança levar a massinha até a boca, não tem problema.

Algumas Sugestões de Atividades:

As crianças podem explorar a massinha de forma livre, podendo também enriquecer esta atividade com palitos de picolé, forminhas, tesouras (sem ponta) e até mesmo, potinhos, panelinhas, forminhas de brigadeiro, entre outras peças e brinquedos. Só fique atento a idade da criança e objetos oferecidos para que esteja de acordo com sua faixa etária e que ela assim possa e consiga manusear.

Ofereça ou convide as crianças a pesquisar objetos que podem deixar marcas como pente, régua, alguns brinquedos. Desta forma as crianças poderão explorar diferentes texturas, etc.

Também podem ser propostas atividades cuja modelagem possui uma temática como criarem animais, casas, carros, dando inicio a uma história.

Atividade de chamada, as crianças podem modelar as letrinhas do seu nome com ou sem o auxílio de fichas.

A matemática também entra nesta brincadeira e estímulo, onde a professora pode pedir para a criança modelar o número relacionado a quantidade.

Quer receitas diferentes de massinha??
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023

Chamadinha Diferente: Ideias Criativas para a Rotina Escolar

 Ei prof, se liga nessa dica 🤩



Chamadinha de forma diferente...

Realizei com minha turma de Grupo 5 essa chamada da letra inicial.

Cada criança diz seu nome, qual a letra inicial do seu nome e depois escreve no quadro.

As crianças amaram a atividade e pude realizar a sondagem dos alunos que já reconhecem ou não a letrinha inicial de seu nome.

Espero que tenham gostado da dica 😉

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