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quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Mensagem de Ano Novo

Dê amor e carinho... 
e receberá igual ou mais;

     Tenha paz no seu coração... 
e voará tão alto que jamais será alcançado pelo mal;

     Brinde sem exageros... 
e terá o equilíbrio, a VIDA;

     Creia que é capaz... 
e alcançará seus objetivos;

     Acredite... 
uma boa ideia se transformará numa realização;

     Preserve a própria vida... 
e respeite a vida alheia;

     Economize com mais sabedoria...
 não deixe de viver a vida por economia e pouco dinheiro e não se venda por ele;

     Ame com intensidade... 
não tenha medo de alcançar as estrelas;

     E o mais importante dos ingredientes:
     Encontre-se com DEUS todos os dias... 
assim tudo se tornará muito mais simples e seu ano será iluminado!
Desejo à todos um ano abençoado... 
Feliz 2021!!
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Ideias para Bullet Journal - Meu Bujo 2020

 Olá...neste post irei compartilhar um pouco do meu bujo de 2020, 

este foi o primeiro ano que me organizei dessa forma. 



Espero que gostem, e que possa inspirá-los de alguma forma.














Quer saber mais sobre Bullet Journal???

Aqui mesmo no blog você encontra um artigo falando sobre essa forma de organização, 
clique na imagem e veja.


No Ig @profclaudiaoliveira você também encontra um vídeo falando sobre esse bujo. 
Clique na imagem e assista.

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terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Decoração da porta da minha sala de aula em 2017

 Entrando no clima natalino...



A prof também está no clima de natal!!!

Fiquem com Deus!!!  Até a próxima!!
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Bullet Journal: O Método Simples que Vai Transformar Sua Organização e Sua Vida

O que é um bullet journal?

O Bullet Journal, também chamado de BuJo, é um método de organização criado por Ryder Carroll. No site oficial, é definido como “uma prática de mindfulness disfarçada de sistema de produtividade. Foi pensado para ajudar você a organizar o seu ‘o quê’ enquanto você se mantém atento ao seu ‘porquê’.

Na prática, Bullet Journal é quando alguém personaliza as folhas de um caderno para se organizar, planejar suas atividades e acompanhar seus hábitos

As principais características desse sistema são a flexibilidade e a possibilidade de personalização completa, adaptando os espaços para anotações de acordo com as necessidades individuais.

Como funciona o Bullet Journal?

O BuJo é uma personalização das folhas de um caderno para organizar e planejar atividades. Isso é feito criando espaços de anotação nas páginas em branco, com caneta, lápis de cor e outros materiais. Mas a verdade é bem simples: o Bullet Journal funciona do jeito que você quiser.

Seu Bullet Journal pode ser praticamente um livro de artista, cheio de desenhos e colagens. Ou pode ser super minimalista, seguindo a ideia de ser uma simples lista diária de afazeres. A pergunta que você deve fazer é: o que funciona para mim?

Essa é a essência e a beleza do método: a flexibilidade e a liberdade que ele traz. A sabedoria está em descobrir o formato perfeito para a sua rotina. Veja a seguir como pode fazer isso!

Como criar o Bullet Journal perfeito em 5 passos?

1. Entenda o seu objetivo de ter um bujo

Esse é o primeiríssimo passo. Não é possível avançar sem entender como um Bullet Journal poderia te ajudar.  Você pode se perguntar, por exemplo:

Qual é a minha necessidade de anotação diária? Como é a minha rotina? Que tipo de anotações preciso fazer? Tenho muitos ou poucos compromissos com hora marcada? Quais são as minhas tarefas recorrentes (que preciso fazer diariamente, semanalmente etc.)? Também tenho tarefas esporádicas? Vou usar o BuJo para organizar estudo, trabalho, vida pessoal ou tudo de uma vez? Preciso de muito espaço para anotações (atas de reuniões, aulas, lembretes)?

Depois de responder a essas e outras perguntas que achar pertinentes, você vai amadurecendo o formato do seu Bullet Journal de acordo com suas necessidades.

2. Escolha o tipo de caderno 

O Bullet Journal pode ser feito com qualquer caderno, literalmente. O ideal é escolher de acordo com as suas necessidades e preferências. 

3. Estabeleça legendas

As legendas são códigos usados para sinalizar a natureza da tarefa, seu status ou sua prioridade. Isso é importante para simplificar a rotina e otimizar o tempo por meio de um estímulo visual: você visualiza facilmente o que já foi feito, o que ainda está na lista e o que é urgente.

O criador do sistema, Ryder Carroll, tem um sistema universal que você pode usar:
  • Uma bolinha (‘•’): é uma tarefa. Serve para qualquer coisa que você tenha que fazer, como ‘buscar roupas na lavanderia’, ‘terminar a matéria sobre beleza’, ‘ir ao mercado’
  • Um ‘X’: significa que aquela tarefa foi terminada.
  • Um sinal de maior que (‘>’): significa que a tarefa migrou para outra data
  • Um sinal de menor que (‘<’): significa que aquela tarefa ganhou um dia e horário novos
  • Um círculo (‘○’): indica um evento. Algo como ‘festa da Joana’, ‘jantar com o André’, etc.
  • Um tracinho (‘-‘):sinaliza uma nota. São ideias, pensamentos observações… O que você quiser anotar, mas que não seja um evento ou uma tarefa.
Esses são os símbolos básicos de identificação de um bullet jornal. Se uma tarefa ou evento for uma prioridade, você pode usar um asterisco (‘*’) junto, se for uma inspiração você pode usar um ponto de exclamação (‘!’) e se for algo que você precisa pesquisar sobre ou saber mais a respeito, pode usar um ponto de interrogação (‘?’) e assim vai. Isso fica a seu critério. Esses símbolos secundários te ajudam a definir a ordem de importância de alguma coisa.

Sendo assim, um dia no seu bullet jornal pode ficar com essa cara:

28 de dezembro

* • Terminar de organizar o guarda roupa
X Buscar a roupa na lavanderia
° Jantar na casa do pai
< Planejar as aulas
> montar jogos pedagógicos

Você pode inventar seus próprios símbolos, mas é importante não exagerar na quantidade. Um código muito extenso pode atrapalhar mais do que ajudar. tá aí um diferencial do bullet journal, ou bujo, você faz do jeito que você quiser, não tem uma regra, o importante é ser adaptado para as suas necessidades.

4. Defina as seções

Também chamadas de “logs”, as seções do Bullet Journal servem para dividir as categorias de anotações e manter o caderno ordenado. Você pode escolher a quantidade e o tipo das seções, mas algumas são clássicas. Veja a seguir:

Index: lembra que eu falei que cada página tem que ter um número? Isso serve para você montar um índice do seu caderno. Aí quando você quiser procurar um mês, por exemplo, pode olhar no índice em que página esse mês está. Nem preciso explicar que ele fica logo nas primeiras páginas do caderno, né?

Future Log: nessa parte, você separa algumas linhas para escrever datas importantes, feriados, eventos que já estão marcados com muita antecedência de cada mês do ano. Por exemplo, nós estamos em novembro, mas você sabe, com certeza, que o natal rola em dezembro. Você pode anotar ‘Dia 25 – Natal’, no seu future log pra esse mês.

Monthly Log: assim como o future log, ele é uma página que você usa para anotar todas as datas de um mês e eventos ou coisas importantes que vão acontecer nele. O sistema de anotação é assim: em uma coluna, você coloca todos os dias do mês, e na outra (normalmente atrás das que estão os dias), você coloca a inicial do dia da semana (S – segunda, T – terça, etc). 

Exemplo:
T 17 – Aniversário da ANA
Q 18 - 
Q 19 – Pagar fatura do cartão
S 20 – Limpar o armário

Daily Log: é onde você anota as tarefas que você tem para fazer naquele dia específico, como eu mostrei ali em cima. Uma dica importante é não planejá-los muito antes (tipo, planejar o dia 1º de dezembro, se você ainda está no começo de novembro). Você não sabe o que vai aparecer ao longo do dia para fazer, o ideal é pensar cada dia na noite anterior.

Collections : As “collections” são seções extras completamente personalizáveis, que servem para acompanhar projetos, registrar hábitos e alcançar objetivos específicos. 

Se você quer emagrecer, por exemplo, pode fazer uma collection sobre hábitos de alimentação ou exercícios. Se precisa economizar, um controle de finanças também vai bem. Veja uma lista de collections populares:

  • controle de alimentação;
  • sugestão de menu semanal e mensal;
  • controle de exercício físico;
  • controle de ingestão de água;
  • controle de finanças;
  • rastreador de hábitos diversos;
  • rastreador de humor;
  • cronograma de limpeza da casa;
  • citações memoráveis;
  • motivos diários de gratidão;
  • resoluções de ano novo;
  • receitas para testar;
  • viagens feitas ou planejadas;
  • lista de livros, séries ou filmes;
  • aniversários;
  • endereços importantes.

5. Crie o layout

Lembra que eu falei que o primeiríssimo passo é entender como é a sua rotina e o que você precisa organizar? Isso vai te ajudar a montar o layout do seu Bullet Journal. Por exemplo, se todos os dias você tem que fazer várias tarefas impreterivelmente, seu espaço diário deve ser maior. Mas se tem uma tarefa que você precisa fazer na semana, e não necessariamente em um dia específico, que tal deixar um espaço para uma lista genérica de afazeres? Isso evita que você tenha que copiar uma anotação de um dia para o outro, caso não tenha conseguido cumprir a tarefa.

Mito: Tem que saber desenhar?

Não! É uma possibilidade e você pode tentar se gosta de desenhar, se tem tempo, se for uma pessoa criativa — enfim, se isso for te fazer bem. 

Muitas pessoas mantêm um Bullet Journal como forma de aliviar o estresse. Para elas, é terapêutico parar uns minutos do dia para elaborar aquele layout caprichado, mas essa não é uma exigência. E mesmo se você quiser ter um BuJo decorado, pode usar outros recursos como: post-it colorido; adesivos; washi tape; carimbos; colagens; fotografias; clips diferentes e coloridos; material para scrapbook.

Simplifique

Se você tem dificuldade de manter o hábito, tente deixar seu BuJo o mais simples possívelMas simplicidade não significa tédio! Tem várias maneiras de deixar seu caderno bonito sem perder horas do dia para decorá-lo. Os adesivos e as washi tapes são uma ótima pedida nesse sentido.

Crie o hábito

O segredo de criar o hábito é encontrar prazer nas pequenas conquistas. Eu adoro quando faço uma tarefa e posso colorir a bolinha da lista: é uma sensação de dever cumprido, uma pequena satisfação que me anima a continuar fazendo minhas atividades.

Além disso, não adianta nada lembrar de um compromisso ou tarefa se seu BuJo ficou em casa, esquecido na gaveta da escrivaninha. Andar com o caderno sempre na mochila ou na bolsa ajuda bastante a anotar tudo sempre. Por isso é importante escolher o tamanho ideal.

Outra boa prática é ter um momento à noite para planejar o dia seguinte, ou no domingo para planejar a semana seguinte. Se for preciso, coloque um alarme no celular para lembrar de fazer isso. 

Não espere o “momento ideal”

Estamos quase no fim do ano, uma ótima hora para ir testando os layouts e identificando as suas necessidades, a fim de começar um BuJo novinho em folha no ano que vem. Mas se você estiver lendo este conteúdo no meio de março, ou no fim de julho, não se acanhe: pode começar seu Bullet Journal agora mesmo, que vai ser sucesso. Essa é uma das muitas vantagens de não estar submetido à rigidez de uma agenda regular, engessada.

Espero que você tenha gostado do post e se anime para começar, retomar ou aperfeiçoar seu Bullet Journal. 

O mais importante é entender sua rotina a fim de realmente ser capaz de otimizar seu tempo e nunca mais esquecer uma tarefa ou compromisso! E, claro, curtindo o processo — porque organização não precisa ser chata. Se o bullet journal vai ser sua ferramenta eleita para uma boa organização só depende de você.

Texto original escrito por  Lívia Chaves acrescentado de algumas informações.

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segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Parecer Descritivo: Como Fazer de Forma Clara e Eficiente






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sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Blocos de construir: como estimular o desenvolvimento brincando

Brinquedos que estimulam a reflexão 

sobre formas e tamanhos

Características:
  Peças de diferentes tamanhos e formatos, feitas de plástico, espuma ou madeira, usadas para montar objetos, utensílios, prédios, veículos etc.

 Origem:
  Os primeiros blocos, artesanais, tinham números e surgiram na Inglaterra no século 17 - a produção em escala só teve início no século seguinte.

 Por que propor:
  Para estimular a turma a refletir sobre formas e tamanhos e a planejar montagens considerando as relações necessárias para que não caiam.

 Como enriquecer o brincar:
■ Desafie os pequenos a montar formas diversas, ora com modelos, ora deixando que criem seus projetos.
■ Converse com a turma após a brincadeira. O que faz um prédio ficar em pé e outro cair? O erro mais comum
■ Oferecer poucas peças para cada criança. Todas precisam receber material suficiente para poder criar o que quiser sem restrições
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segunda-feira, 16 de novembro de 2020

7 hábitos simples para melhorar seu dia (e sua rotina)









 Vive bem quem sabe aproveitar o tempo que tem...
Às vezes estamos com a cabeça quente, preocupados com o amanhã, são tantas as correrias do dia-a-dia que acabamos deixando de aproveitar tudo que temos de bom naquele momento... aprenda a aproveitar o seu dia tornando o melhor, criando apenas alguns hábitos diários.

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domingo, 25 de outubro de 2020

O jogo infantil segundo Piaget (e como aplicar na prática)

Piaget sobre o jogo infantil apresenta um estudo considerado o mais significativo que aparece em "A formação do símbolo na criança", como resultado da observação das atividades de seus próprios
filhos. Nesse estudo Piaget analisa e esclarece as relações entre o jogo e o funcionamento intelectual. Também interpreta os jogos no conjunto do contexto do pensamento da criança, distinguindo seis critérios

Habitualmente utilizado no jogo:

1 – Encontra sua finalidade em si mesmo. Esse critério é impreciso, pois todos o jogo é “interessado”: o jogador se preocupa com o resultado da sua atividade.
2 – É uma atividade espontânea, aposta à atividade do trabalho.
3 – É uma atividade que dá prazer, mas deve-se conceber essa busca de prazer como subordinada à assimilação do real ao eu; o prazer lúdico seria a expressão afetiva dessa assimilação; em outras palavras, a adaptação ao real comporta um elemento de satisfação, subordinado a um elemento de renúncia.
4 – Tem uma relativa falta de organização.
5 – Caracteriza-se por um comportamento livre de conflitos: o jogo ignora os conflitos ou, se os encontra, é para libertar o eu por uma solução de compensação ou de liquidação.
6 – É uma atividade que envolve supramotivação (motivação intensa); o jogo começaria com a intervenção de motivos não contidos na ação inicial.

Para compreender a concepção piagetiana sobre o jogo, deve se esclarecer os conceitos de acomodação e assimilação. Eles aparecem em todas as fases do desenvolvimento, sempre complementando-se de seu equilíbrio crescente.
Acomodação é o processo pelo qual a criança modifica seu estágio mental em resposta a demandas externas: por exemplo, ações como sugar o dedo, agarrar e lançar objetos comportam um ajuste dos movimentos e das percepções aos próprios objetos.
Assimilação é o processo pelo qual a criança incorpora elementos do mundo externo ao seu próprio esquema: à medida que o sujeito repete suas condutas (sugar, arrancar...), ele assemelha as coisas “de sugar”, “de segurar” às ações em que estas se tornam.
Esses dois processos formam parte de todas as ações. Às vezes um predomina sobre o outro; outras, eles se encontram em “equilíbrio”.
Assim distingue-se o jogo como sendo “a expressão de uma das fases desta diferenciação progressiva: é o produto da assimilação, dissociando-se da acomodação antes de se reintegrar nas formas de equilíbrio permanente que dele farão seu complemento, ao nível de pensamento operatório ou racional (...) O Jogo constitui o pólo extremo da assimilação do real ao eu” (Piaget, A formação do símbolo na criança, p. 207).

Piaget descreveu, classificou e explicou o jogo nas diferentes fases do desenvolvimento da criança. Os jogos de regras, por constituírem a categoria que mais interessa ao estudo dos jogos tradicionais, receberão referência especial na analise a seguir.
O nascimento do jogo se dá nas fases iniciais do desenvolvimento, quando “quase todos os comportamentos (...) são suscetíveis de se converter em jogo, uma vez que se repitam por assimilação pura, isto é, por simples prazer funcional” (Piaget, A formação do símbolo na criança, p. 117).

Piaget distingue três tipos de estruturas que caracterizam o jogo infantil e fundamentam a classificação por propostas: o exercício, o símbolo e a regra.
 Os jogos de “construção” constituem a transição entre os três tipos e as condutas adaptadas. 
Eles não caracterizam uma fase entre as outras; assinalam uma transformação interna na noção de símbolo. Ocupam no segundo, no terceiro níveis uma posição entre o jogo e o trabalho inteligente ou entre o jogo e a imitação.

Até a próxima!!

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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Legislação da Educação Infantil no Brasil: o que você precisa saber

 









Até a próxima!!
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sábado, 17 de outubro de 2020

Além da sala de aula: um filme inspirador para educadores

Filme - Além da Sala de Aula
Direção: Jeff Bleckner
Elenco: Emily VanCamp, Willow Shields, Treat Williams, Steve Talley
Gênero: Drama 

Duração: 100 min

A história se passa em 1987 e segue uma jovem professora e mãe de dois filhos que acabou de se formar na faculdade e acaba ensinando crianças de rua em uma escola sem um nome.
Com o apoio de seu marido, ela vence os medos e os preconceitos para dar a estas crianças a educação que merecem.

Baseado em um história real, "Além da Sala de Aula" (ou "Além do Quadro Negro") conta a história do primeiro emprego da jovem professora Stacey Bess (a atriz canadense Emily VanCampque) que aceita a vaga de professora temporária de uma escola de abrigo, uma sala de aula improvisada para crianças de famílias sem teto nos Estados Unidos, impedidas de se matricularem na escola regular.

Stacey Bess (Emily VanCamp) sempre desejara tornar-se professora e, desde os tempos de escola, batalhara muito para isso. No entanto, aos 16 anos, acaba engravidando e adiando o tão esperado sonho.

Mais tarde,  recém-formada e com o apoio do marido e dos dois filhos, ela finalmente parte em busca do primeiro emprego, acreditando ter alcançado suas expectativas. 


Mas, ao contrário de tudo o que pensara, a escola para qual fora encarregada de trabalhar era um prédio que há muito se transformara em um abrigo para pessoas sem lar. 


A sala de aula se encontrava inteiramente deteriorada; não havia material escolar nem verbas nem diretor; os pais das crianças não demonstravam o menor interesse pela educação dos filhos; e, para piorar, seus alunos eram rebeldes e desrespeitosos. 



As famílias vivem em alojamentos, trailers ou até mesmo em carros. Crianças com fome e com várias idades, falta de livros e carteiras em condições precárias são dificuldades enfrentadas pela professora.
Assim, por muitos dias Stacey se sentiu desapontada e sem o menor estímulo para continuar com a árdua função de ensinar as crianças que se propôs a educar. 


No entanto, para não decepcionar os filhos, ela decide encarar a situação de frente e sair à procura de verbas. Mas só encontra resistência por parte de pessoas influentes.



Contudo, determinada a fazer algo genuinamente importante para ela e pelos outros, ela planeja medidas inovadoras, que mudarão para sempre sua percepção sobre o mundo e de todas as pessoas que dependem dela.


"Além da Sala de Aula" é um exemplo de dedicação, amor e desprendimento. Mas é principalmente uma lição de esperança. É uma prova de que, superando obstáculos e dificuldades, o estudo possibilita a esperança de que sim, é possível mudar a vida de crianças carentes e suas famílias.


De maneira  despretensiosa, o filme consegue prender a atenção do inicio ao fim e emocionar de diversas formas, seja pelo contexto real ou pela simplicidade. Um filme sensível, que merece ser visto com calma e reflexão.


Na vida real, os serviços prestados pela educadora Stacey Bess foi reconhecido por diversos prêmios, incluindo o National Jefferson Award. Ela e seu marido estão casados há mais de 30 anos e são pais de 6 crianças.

Prepare a pipoca e aproveite para refletir sua prática enquanto assiste a essa linda história...


Bjinhos e até a próxima
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quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Reflexão em vídeo: uma mensagem para pensar e sentir

Um bom professor, um bom começo...


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Que tipo de professor você é? Uma reflexão que pode mudar sua prática

  Domador
Está sempre tentando domar as "feras". Já perdeu a conta das diferentes técnicas para "manejo de turma", mas a turma continua "impossível"



  Anti-professor 


 É um eterno arrependido de ter escolhido a profissão: o salário é baixo, os alunos insuportáveis, os diretores incompetentes, o sitema é um reprodutor das profundas injustiças sociais do país. Finge que ensina, os alunos fingem, que aprendem. Jamais conseguiria emprego em outra área.



Inovador 

Vive inovando na forma de ensinar, mas não consegue cumprir o programa.



Sedutor

Gosta de trabalhar com as adolescentes do Ensino Médio. Seu maior prêmio é "ensinar"aquela aluna especial a calcular tabelinhas. O salário não tem muita importância, afinal está "dando" sua contribuição para a socialização de seus sonhos (ingressos para  shows).

  Intelectual 

O livro é companheiro inseparável. Entende e sabe quase tudo de todo e qualquer assunto. Líder nato nas reuniões pedagógicas,está no magistério para repassar um pouco de sua sabedoria aos alunos. Nas reuniões sociais é quieto, mas está sempre presente.
 
Em extinção 


Chega sempre no horário, nunca fica doente, tem os planos de cursos e diários de classe sempre em ordem, considera o salário injusto, mas não reclama, gasta parte dele para presentear o s alunos no Dia da Criança , na Páscoa e no Natal. É amigo de todos os colegas, da direção, ajuda e conhece a família de todos os alunos.




Vampiro 


Suga todo o sangue dos alunos, que jamais conseguem alcançar suas expectativas.

Bomba 

Cada prova que aplica explode os neurônios dos alunos. E no final de semana, a sua própria.

  Condenado 

 Reclama do nível intelectual e da indisciplina do aluno, reclama do salário, reclama das condições de trabalho, reclama...mas continua na profissão, está condenado a ser professor!?!?




Do contra.

 Acredita que o papel do professor é politizar seus alunos, levá-los a entender que o sistema foi montado para aumentar o número de "fracos eoprimidos", a história da humanidade foi injusta com quem realmente a construiu: o povo. O país é um mar delama e os governantes, seusgrandes inimigos.


 Fujão

Está preocupado com a chuva, com os ônibus, com o coitado do aluno que mora longe, estuda tanto e precisa de uma folguinha. Suas aulas são as últimas a começar e as primeiras a terminar. Acabam sempre dez minutos antes.


Patriçona 

A sala de aula é quase uma passarela. Roupas impecavelmente combinadas com calçados e bolsas. Maquiagem perfeita, um exemplo de educação e suavidade. Solteira (o) ou casada(o) a família está em primeiro lugar. Em sala, fala sozinha quase todo o tempo, os alunos falam alto demais para escutar sua voz macia.

  Ecológico

A escola é seu habitat. O aluno é o centro do mundo. Precisa de proteção, de ajuda, de um empurrãozinho na nota e de todo o mundo a seus pés.


  Amigão 

É sempre convidado para as festinhas dos alunos. Gosta da companhia dos adolescentes e, no final do semestre, acrescenta alguns pontos nas médias dos "novos amigos", aos quais é sempre visto abraçado.



Acadêmica

É imortal. Já se aposentou ou poderia ter se aposentado, mas continua na sala de aula. Seus alunos são os netos dos pupilos dos primeiros anos de magistério.                    



Texto não é de minha autoria, encontrei na internet, apenas compartilhando. ;)
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